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13/09/2005 |
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Vários oradores no XIX Encontro Ecuménico Internacional, que concluiu hoje os seus trabalhos na cidade francesa de Lyon, teceram elogios à maneira como o Presidente Armando Guebuza negociou em Roma, durante mais de dois anos, a paz que hà 13 anos se vive no país, considerando que ele provou que mesmo os conflitos que pacerem insolúveis podem ser resolvidos pela via do diálogo. Muitos dos oradores, incluindo o professor Andrea Riccardi, presidente da Comunidade de Santo Egídio, descreveram Guebuza como “um homen afeiçoado ao diálogo e que provou ser um mestre na arte de negociar”, valendo-se da parsistência e paciência que lhe são peculiares para levar o bom termino as missões que se outorga a si próprio, bem como as que lhe são incumbidas, como foi o caso de negociar a paz com a renamo, em Roma. “O nosso mundo é feito do realismo no diálogo, entanto que uma arte de fazermos a paz e de criarmos as bases para vivermos juntos. Eu saúdo o Presidente da República de Moçambique aqui presente entre nós como nosso convidado de honra, um homen que teve a coragem de dialogar para resgatar o seu país de uma guerra civil que o estrangulava. Como membro da Comunidade de Santo Egídio, eu e ele trabalhámos juntos para esse fim durante mais de dois anos, a favor de uma paz através do diálogo.Gracas a ele, Moçambique resgatou a sua paz e a libertade baseada na democracia e tem estado a somar ganhos importantes atrás de ganhos. Hoje, Moçambique oferece uma lição sobre o valor da arte de dialogar para costruir a paz. Mas, mais do que isso, oferece também a liço dea capacidade de colaboração de todos os sectores, em prol da construão de uma vida melhor para o seu povo”, recordou o professor Riccardi. Riccardi vincou ter chegado à conclusão de que Guebuza dá primazia ao diálogo e acredita na sua importância, porque vê nele a melhor alternativa para a resolução de conflitos. De notar que depois de negociar a paz para o nosso pais, Guebuza foi um dos que integrou a equipa das Nações Unidas que durante alguns anos trabalhou pela pacificação e reconciliação no Burundi. O Presidente Guebuza, que partecipou como convidado de honra no encontro ecuménico, falou da importância que atribui ao diálogo para a resoluçáo de todos os conflitos que amiude afectam certos países e/ou regiões do globo. Deixou claro que de todas as formas que poder levar ao restabelecimento da paz onde haja conflitto, o diálogo é a melhor via, porque, conforme vincou, é a através dele que se limam as diferenças de percepção do problema que possa ser o pomo de discórdia. “O diálogo é o melhor meio através do qual se ultrapassam as diferenças de percepção relativamente a um dado fenómeno ou outras questões afins que sejam causa de um dado conflicto. Através do diálogo, viajamos para o íntimo dos nossos interlocutores e podermos conseguir compreender e perceber as suas preocupações, receios e o sistema de valores que prescrevem”, disse Guebuza. Vincou que “mais do que isto, é que com o diálogo descobrimos que todos nós pertencemos a uma mesma familia, que é a Humanidade, e que está destinada a viver junta”. O Presidente Guebuza deixou onetm Lyon com destino a Nova Iorque, onde deverá tomar parte numa “cimeira especial” que marcará as celebrações dos 60 anos das Nações Unidas e em que estao agendados alguns pontos “quentes”, como a reforma da organização. (AIM)
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