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3 Março 2015

Conversão é fazer um caminho diferente do quw aquele mal. Aprendei a fazer o bem, defendendo órfãos e viúvas.

fazei justiça a eles, ide onde estão as chagas da humanidade, onde há tanta dor

 
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 "Cessai de fazer o mal, aprendei a fazer o bem", defendendo órfãos e viúvas. O que vale dizer, "aqueles que ninguém recorda", entre os quais, estão também "os idosos abandonados", "as crianças que não vão à escola" e aqueles "que não sabem fazer o Sinal da Cruz". Por trás do imperativo e do convite, está, em substância, o convite constante à conversão.

"Mas como posso converter-me? 'Aprenda a fazer o bem!'. A conversão. A sujeira do coração não se tira como se tira uma mancha, vamos à lavanderia e saímos limpos... Se tira com o 'fazer': fazer um caminho diferente, um outro caminho do que aquele do mal. 'Aprendei a fazer o bem!', esto é o caminho de fazer o bem. E como faço o bem? É simples! 'Buscai a justiça, socorrei o pobre, fazei justiça ao órfão, defendei a causa da viúva'. Recordemos que em Israel os mais pobres e os mais necessitados eram os órfãos e as viúvas: fazei justiça a eles, ide aonde estão as chagas da humanidade, aonde existe tanta dor....E assim, fazendo o bem, tu lavarás o teu coração".