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27 Dezembro 2009

Papa Bento XVI visitou o refeitório para os pobres da Comunidade de Sant'Egidio. TEXTOS E IMAGENS

 
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Hoje, 27 de Dezembro, Papa Bento XVI, visitou o refeitório  para os pobres da Comunidade de Sant'Egidio. Foi acolhido à porta do refeitório  de Via Dandolo 10, pelo Prof. Andrea Riccardi, Prof. Marco Impagliazzo, Mons. Vincenzo Paglia, estava presente também uma mulher cigana e um imigrado do Senegal.

No corredor da entrada, o Santo Pai saudou uma delegação de voluntários que geralmente servem ao refeitório e alguns responsáveis da Comunidade.

Sucessivamente Andrea Riccardi ilustrou ao Santo Pai o monumento que conta a história de Modesta Valenti, uma mulher sem-abrigo que morreu sem receber socorro na
Estação Termini, que tornou-se o símbolo das pessoas que vivem na rua.

Benedetto XVI fiz a sua entrada na sala do refeitório onde comeu. A sua espera estavam 150 hóspedes em duas salas. O papa antes de sentar-se a mesa com 12 pessoas, cumprimentou pessoalmente os hospedes em ambas as salas onde estavam.

Antes do almoço começar o Prof. Riccardi dirigiu uma saudação e um bem-vindo ao Papa Bento XVI (Texto>>>).

O almoço com o menu natalino começou com : entrada, Massa de Lasanha, almôndegas,lentilhas e purê. Ao acabar do almoço: doces e brindisi con spumante. Os doces foram oferecido pelo Santo Pai.

Depois do almoço o Papa entregou pessoalmente os presentes que ele mesmo ofereceu as 31 crianças presentes.

Então o Papa pronunciou o seu discurso:

““Através gestos de amor dos que seguem Jesus torna-se visível a verdade que Deus amou-nos primeiro, e continua a ser o primeiro a amar-nos; por isso, também nós podemos responder com o amor (Enc. Deus Caritas est, 17). Jesus diz: ‘Pois eu estava com fome, e vocês me deram de comer; eu estava com sede, e me deram de beber; eu era estrangeiro, e me receberam em sua casa; 36 eu estava sem roupa, e me vestiram; eu estava doente, e cuidaram de mim; eu estava na prisão, e vocês foram me visitar’. (Mt 25,35-36). E acrescenta : todas as vezes que vocês fizeram isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizeram. (v. 40). Ouvindo estas palavras, como não sentir-se verdadeiramente amigos dos aqueles em que o Senhor reconhece-se? E não só amigos, mas também familiares.

Queridos Amigos! E’ para mim uma experiencia comovente estar convosco, estar aqui na família de Sant’Egidio, de ser com os amigos de Jesus porque Jesus ama mesmo as pessoas que soffrem, as pessoas com dificuldades e os quer como irmãos e irmãs.
Durante o almoço ouvi histórias dolorosas e repletas de humanidade de alguns de vós, também a história de amor encontrado aqui: histórias de idosos, imigrantes, sem-abrigo, ciganos, deficientes, pessoas com problemas económicos ou outras dificuldades, todos, de uma maneira ou de outra, provados pela vida. Estou aqui para vos dizer que sou solidário e que vos quero bem.

Veio entre vós na Festa da Sagrada Família porque num certo sentido está parecida com vocês:

Também a Família de Jesus, desde os seus primeiros passos, encontrou dificuldades: não encontrou hospitalidade, foi obrigada a emigrar para o Egipto devido à violência do Rei Herodes. Vocês conhecem o sofrimento mas têm aqui alguns que se tomam cura de vocês, alguns aqui encontraram a sua família graças ao serviço amoravél da Comunidade de Sant'Egidio, que oferece um signo do amor de Deus para os pobres. Aqui hoje realiza-se o que acontece em casa: Quem serve e ajuda se confunde com quem é ajudado e servido e ao primeiro lugar se encontra quem esta mais necessitado."  
O texto integral: vatican.va

Sucessivamente foi até ao primeiro andar do edifício na Biblioteca da escola de língua italiana da Comunidade de Sant’Egidio, onde encontrou 26 imigrados de vários Países com alguns professores. O papa descobriu depois uma lápide em memória da visita e saindo saudou milhares de pessoas que o tinham esperado fora.