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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma

Memória de Santo Inácio, bispo de Antioquia. Condenado à morte foi levado para Roma, onde morreu mártir (+107).


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

O Espírito Santo virá sobre ti
Aquele que nascer de ti será santo.

Aleluia aleluia, aleluia

Actos dos Apóstolos 16,27-40

Acordando em sobressalto, o carcereiro viu as portas da prisão abertas e puxou da espada para se matar, pensando que os presos se tinham evadido. Paulo, então, bradou com voz forte: «Não faças nenhum mal a ti mesmo, porque nós estamos todos aqui.» O carcereiro pediu luz, correu para dentro da masmorra e lançou-se a tremer, aos pés de Paulo e de Silas. Depois, trouxe-os para fora e perguntou: «Senhores, que devo fazer para ser salvo?» Eles responderam: «Acredita no Senhor Jesus e serás salvo tu e os teus.» E anunciaram-lhe a palavra do Senhor, assim como aos que estavam na sua casa. O carcereiro, tomando-os consigo, àquela hora da noite, lavou-lhes as feridas e imediatamente se baptizou, ele e todos os seus. Depois, levando-os para cima, para a sua casa, pôs-lhes a mesa e entregou-se, com a família, à alegria de ter acreditado em Deus. Assim que amanheceu, os estrategos mandaram os lictores dizer ao carcereiro: «Põe esses homens em liberdade.» O carcereiro transmitiu a Paulo aquelas palavras: «Os estrategos mandaram dizer que vos pusesse em liberdade. Saí, pois, e ide em paz.» Mas Paulo disse aos lictores: «Açoitaram-nos em público, sem julgamento, a nós que somos cidadãos romanos; meteram-nos na prisão, e agora mandam-nos sair às escondidas! Não está bem! Venham eles próprios levar-nos lá para fora.» Os lictores foram comunicar estas palavras aos estrategos. Ao ouvirem dizer que eram cidadãos romanos, ficaram muito assustados. Foram pedir-lhes desculpa, puseram-nos em liberdade e rogaram-lhes que se retirassem da cidade. Ao saírem do cárcere, Paulo e Silas foram a casa de Lídia e, vendo os irmãos, fizeram-lhes as suas recomendações e partiram.


 

Aleluia aleluia, aleluia

Eis, Senhor, os vossos servos:
Faça-se em nós segundo a vossa palavra

Aleluia aleluia, aleluia

Muitas vezes, no início do cristianismo, a prisão está sempre presente. Sempre que os inimigos do Evangelho querem calar a pregação, põem na prisão os discípulos de Jesus. Podemos dizer que há uma estranha proximidade entre o Evangelho e a prisão. E, provavelmente, é também por isso que Mateus insiste na obrigação para todos e não só para os discípulos, de visitarem os prisioneiros. Para os cristãos foi uma experiência frequente nos primeiros decénios de vida. Mas também foi assim depois e, maciçamente, durante os totalitarismos de Novecentos com os gulag e os campos de extermínio. É, portanto, muito significativo que neste nosso tempo, os cristãos se empenhem a levar consolação para dentro das prisões, sobretudo, àquelas onde a vida é mais do que desumana. Paulo e Silas tinham provocado um caos não só nas paredes e nas correntes, mas também no coração do carcereiro e de toda a sua família chegando a convertê-la ao Evangelho. O amor transforma também aquilo que parece impossível. E sempre que se põe em prática o Evangelho, todos somos testemunhas de milagres inimagináveis. Este episódio que se refere à entrada do Evangelho na Europa assemelha-se ao que aconteceu a Jesus, isto é, o Evangelho encontra sempre oposição e, no entanto, dá sempre frutos de libertação. O cristianismo, dizia Unamuno, está sempre em “agonia”, isto é, requer sempre uma luta que é, antes de mais, interior. É a luta que se trava no coração de cada um de nós entre o Evangelho e o orgulho, mas que depois, continua fora. E apercebemo-nos da ligação porque sempre que deixamos vencer o Evangelho no nosso coração nunca faltam as consequências sobre os que estão ao nosso lado. A experiência de Paulo e de Silas para com o carcereiro e a sua família também pode ser a de todos nós.


17/10/2017
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