Riccardi Andrea: na web

Riccardi Andrea: em redes sociais

change language
você está em: home - oraÇÃo - a oração cada dia newsletterlink

Support the Community

  

A oração cada dia


 
versão para impressão

Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sois uma geração escolhida
um sacerdócio real, uma nação santa,
povo resgatado por Deus
para proclamar as suas maravilhas.

Aleluia aleluia, aleluia

I Crônicas 12,1-23

Estes são os que se juntaram a David, em Ciclag, quando ainda estava afastado de Saul, filho de Quis; estão contados entre os valentes que lhe prestaram ajuda durante a guerra. Eram arqueiros exercitados em lançar pedras, tanto com a mão esquerda como com a mão direita, e disparavam flechas com o arco.
Eram irmãos de Saul, de Benjamim:

o chefe Aiézer e Joás, filhos de Chemaá, de Guibeá; Jeziel e Pélet, filhos de Azemávet; Beracá e Jeú de Anatot;

Jismaías de Guibeon, o mais valente dos trinta e chefe dos trinta;

Jeremias, Jaziel, Joanan e Jozabad de Guedera;

Eluzai, Jerimot, Baalias, Chemarias, Chefatias de Haruf;

Elcana, Jisias, Azarel, Joézer e Jachobam, filhos de Coré;

Joela e Zebadias, filhos de Jeroam de Guedor.

Os homens valentes dos gaditas uniram-se a David nas cavernas do deserto, guerreiros exercitados no combate, que conheciam o manejo do escudo e da lança: tinham o aspecto de leões e a agilidade das gazelas das montanhas. Ézer era o seu chefe; Abdias o segundo; Eliab o terceiro; Mismana o quarto; Jeremias o quinto; Atai o sexto; Eliel o sétimo; Joanan o oitavo; Elzabad o nono; Jeremias o décimo; Macbanai o décimo primeiro. Eram estes os filhos de Gad, chefes do exército; o menor deles todos podia vencer cem, e o mais forte, mil. Foram eles que atravessaram o Jordão, no primeiro mês, quando o rio costumava transbordar em todo o seu curso, e puseram em fuga todos os habitantes do vale, a leste e a oeste. Também alguns filhos de Benjamim e de Judá vieram aliar-se a David nas cavernas. David saiu ao encontro deles e disse-lhes: «Se é como amigos que vindes, para me prestar auxílio, o meu coração está unido ao vosso; mas se é para me atraiçoar e entregar aos inimigos - pois as minhas mãos estão limpas de toda a violência - que o Deus de nossos pais seja testemunha e juiz.» Então o espírito entrou em Amassai, chefe dos trinta, que disse: «A ti e ao teu povo, filho de Jessé, paz!
Paz a ti e paz a quantos te protegem, pois o teu Deus presta-te auxílio.»
David recebeu-os e deu-lhes um lugar entre os chefes do exército.

Também os filhos de Manassés se juntaram a David quando ele, com os filisteus, foi fazer guerra a Saul. Contudo, não socorreram os filisteus porque, depois de se reunirem em conselho, os príncipes dos filisteus despediram David, dizendo: «Ele passará para o lado de Saul, com perigo das nossas cabeças.»

Quando voltou a Ciclag, foram estes os homens de Manassés que se lhe juntaram: Adna, Jozabad, Jediael, Micael, Jozabad, Eliú e Siltai, comandantes de milhares de Manassés.

Uniram-se a David contra os bandos de salteadores, porque todos eles eram homens valentes e foram chefes do exército.

Todos os dias chegavam homens a David para o auxiliar e, assim, veio a ter um grande exército, como um exército de Deus.

 

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sereis santos,
porque Eu sou santo, diz o Senhor.

Aleluia aleluia, aleluia

O trecho descreve as primeiras adesões a David. Trata-se de homens que o seguiram antes que ele subisse ao trono, quando ainda era fugitivo e, em parte, aliado dos Filisteus. Estes primeiros seguidores provinham das tribos de Benjamim (vv. 1-8), de Gad (vv. 9-16) e ainda de Benjamim, Judá (vv. 17-19) e Manassés (vv. 20-23). O autor das Crónicas escreve que se aliaram com David antes da sua subida ao poder para partilharem totalmente o projecto. O autor do livro de Samuel apresenta-os, pelo contrário, animados por tendências separatistas. São soldados valentes que põem a própria capacidade ao serviço do enviado de Deus. Os militares provenientes da tribo de Gad: "eram guerreiros valentes, gente treinada para a guerra, bons no manejo do escudo e da lança, pareciam leões, e eram espertos como gazelas nas montanhas" (v. 9). A formação destas alianças não é caracterizada por conveniências de ordem material e, nem sequer, por intenções separatistas como é sugerido noutras partes. A aliança tem raízes mais profundas, isto é, a adesão por motivos religiosos para a conquista real de David. Quando, por exemplo, os "indivíduos das tribos de Benjamim e de Judá foram até ao esconderijo de David", este saiu ao encontro deles e repreendeu-os severamente. Amasai, um dos responsáveis do grupo, ficou "apoderado pelo espírito" e disse: "Nós somos dos teus David, estamos contigo, filho de Isaí. Paz para ti e para os teus companheiros, porque o teu Deus está do teu lado". É uma clara afirmação de "fé": reconheciam em David o homem enviado por Deus. É esta a visão que preside às alianças de que o autor fala. Por isso, David "aceitou-os e colocou-os no comando de batalhões". Há alguns soldados da tribo de Manassés, antepassada dos samaritanos e, portanto, cismáticos. Pois bem, David também os acolhe, como que a realçar que ninguém está excluído da participação do projecto de Deus. A conclusão do trecho regista, com uma só frase, o contínuo crescimento do exército de David: "Na verdade, David todos os dias ia recebendo novos reforços, de modo que o seu acampamento se tornava enorme (como o acampamento de Deus)" (v. 23), isto é, um exército que ia além de tudo o que é humano. É, sem dúvidas, uma indicação numérica, mas o autor sugere, sobretudo, a invencibilidade daquele exército. Ao ler esta frase recordamo-nos daquilo que os Actos escrevem a propósito da primeira comunidade cristã: "E todos os dias o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a salvação" (Act 2, 47). O exército de David, primeiro, a comunidade cristã, agora, atrai - se atrai, obviamente - não pela sua organização e muito menos pelo prazer mundano, mas só se consegue fazer transparecer efectivamente o projecto de Deus sobre a humanidade. Só se conseguimos "mostrar" o Senhor - e certamente não nós mesmos - é que poderemos atrair a Ele todo aquele que precisar de salvação.


19/09/2012
Oração com os santos


Calendário da semana
DEZ
4
Domingo, 4 de Dezembro
Liturgia dominical
DEZ
5
Segunda-feira, 5 de Dezembro
Oração pelos doentes
DEZ
6
Terça-feira, 6 de Dezembro
Oração com Maria, Mãe do Senhor
DEZ
7
Quarta-feira, 7 de Dezembro
Oração com os santos
DEZ
8
Quinta-feira, 8 de Dezembro
Festa da Imaculada Conceição
DEZ
9
Sexta-feira, 9 de Dezembro
Oração da Santa Cruz
DEZ
10
Sábado, 10 de Dezembro
Oração da vigília
DEZ
11
Domingo, 11 de Dezembro
Liturgia dominical

Per Natale, regala il Natale! Aiutaci a preparare un vero pranzo in famiglia per i nostri amici più poveri