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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma

Memória de Maria de Cléofas que estava perto da Cruz do Senhor com as outras mulheres. Oração por todas as mulheres que, em todo o mundo, com coragem e na dificuldade, seguem o Senhor. Recordação de Dietrich Bonhoeffer morto pelos nazistas no campo de concentração de Flossenburg.


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

O Espírito Santo virá sobre ti
Aquele que nascer de ti será santo.

Aleluia aleluia, aleluia

II Coríntios 3,1-18

Vamos começar de novo a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós ou da vossa parte? A nossa carta sois vós, uma carta escrita nos nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. É evidente que sois uma carta de Cristo, confiada ao nosso ministério, escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo; não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne que são os vossos corações. Tal confiança, porém, nós a temos diante de Deus, por meio de Cristo. Não é que sejamos capazes de conceber alguma coisa como de nós mesmos; é de Deus que provém a nossa capacidade. É Ele que nos torna aptos para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, enquanto o Espírito dá a vida. Ora se o ministério da morte, gravado com letras em pedra, foi de tal glória que os filhos de Israel não podiam fixar o rosto de Moisés, por causa do esplendor que nele havia, aliás passageiro, quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito? Na verdade, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais rico de glória será o ministério da justiça. Mesmo até o que, sob tal aspecto, foi glorioso, deixou de o ser por causa da glória eminentemente superior. Se, com efeito, foi glorioso o que era transitório, muito mais glorioso é o que permanece. Na posse de uma tal esperança, procedemos com total desassombro. E não fazemos como Moisés, que punha um véu sobre o seu rosto para que os filhos de Israel não vissem o fim do que era transitório. Mas o entendimento deles foi obscurecido, e ainda hoje, quando lêem o Antigo Testamento, esse mesmo véu continua a não ser removido, pois é só em Cristo que deve ser levantado. Sim, até hoje, todas as vezes que lêem Moisés, um véu cobre-lhes o coração. Mas, quando se converterem ao Senhor, o véu será tirado. Ora, o Senhor é o Espírito e onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade. E nós todos que, com o rosto descoberto, reflectimos a glória do Senhor, somos transfigurados na sua própria imagem, de glória em glória, pelo Senhor que é Espírito.


 

Aleluia aleluia, aleluia

Eis, Senhor, os vossos servos:
Faça-se em nós segundo a vossa palavra

Aleluia aleluia, aleluia

Nunca como nesta carta, Paulo é obrigado a falar de si. Não o faz por protagonismo, mas para manter ligada ao Evangelho a comunidade de Corinto. E acrescenta que é “conhecida e lida por todos os homens” (v. 2). Podemos dizer que a própria vida da comunidade é o anúncio mais claro e forte do Evangelho. Consolida-se aqui quanto Gregório Magno dizia: ““As Escrituras crescem com quem as lê”. A “verdadeira” Escritura, a “carta de Cristo” é a comunidade viva. Nela aparece a força da Palavra escrita pelo Espírito nos corações dos ouvintes através da pregação do apóstolo. A relação entre a pregação e o coração de quem escuta é dada não só pela habilidade de quem anuncia o Evangelho mas, também, pelo Espírito que está presente no seu coração. Paulo já o tinha escrito na primeira das suas cartas à comunidade: “Estive no meio de vós cheio de fraqueza, receio e temor; a minha palavra e a minha pregação não tinham brilho nem artifícios para seduzir os ouvintes, mas a demonstração residia no poder do Espírito” (2, 3-4). Nas palavras do apóstolo ressalta o amor apaixonado com que ele comunicou a Palavra de Deus para que chegasse ao coração. Para isso, esforçou-se e gastou os anos da sua vida. Reivindica a paternidade sobre a comunidade para que não se distraia do fundamento do Evangelho. O trecho termina com uma segunda leitura da revelação feita por Deus a Moisés no Sinai. Paulo confronta a revelação da lei, gravada em tábuas de pedra, com a revelação do Evangelho. Mas esta última, porém, que vem do Espírito, é bem mais profunda do que a primeira porque não é gravada em tábuas de pedra, mas nos corações. E acrescenta: “Pois a letra mata e o Espírito é que dá a vida” (v. 6). E o Espírito de Jesus tira qualquer véu a uma religiosidade ritual para mostrar que a essência eterna do Evangelho é o amor.


09/04/2013
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