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A oração cada dia


 
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Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

O Espírito Santo virá sobre ti
Aquele que nascer de ti será santo.

Aleluia aleluia, aleluia

I Macabeus 6,18-47

Entretanto, os que ocupavam a cidadela importunavam os judeus que se dirigiam ao templo, e procuravam constantemente causar-lhes dano, para apoiar os gentios. Judas resolveu aniquilá-los e convocou todo o povo, para os sitiar. Reuniram-se para começar o cerco, no ano cento e cinquenta, e construíram catapultas e outras máquinas de guerra. Mas alguns dos sitiados conseguiram romper o bloqueio. E tendo a eles aderido alguns israelitas apóstatas, dirigiram-se ao rei, para lhe dizer:
«Quando farás justiça e vingarás os nossos irmãos?

Temos a certeza de termos servido bem o teu pai, obedecido às suas ordens e seguido as suas leis; por isso, os filhos do nosso povo cercaram-nos, mataram todos os nossos que lhes caíram nas mãos e confiscaram-lhes os bens; e não é somente contra nós que eles levantam a mão, mas também contra os povos vizinhos. Eis que agora sitiaram a cidadela de Jerusalém para se apoderarem dela e já fortificaram o templo, bem como Bet-Sur. Se não tomas a dianteira, farão ainda piores males e não os poderás dominar.» Ao ouvir estas palavras, o rei encolerizou-se e convocou todos os seus amigos, os generais do exército e os comandantes da cavalaria. Juntaram-se-lhe também mercenários de outros reinos e das ilhas do mar. Juntou um exército de cem mil infantes, vinte mil cavaleiros e trinta e dois elefantes adestrados para a guerra. Atravessaram a Idumeia e acamparam em frente de Bet-Sur, que atacaram por muito tempo; construíram máquinas, mas os sitiados saíram e incendiaram-nas, lutando com coragem. Judas levantou o cerco da cidadela e foi acampar em Bet-Zacarias, em frente do acampamento do rei. Ao amanhecer, o rei levantou-se e marchou apressadamente com as suas tropas em direcção a Bet-Zacarias; as forças prepararam-se para o combate e tocaram as trombetas. Mostraram aos elefantes sumo de uva e de amoras, para os excitar ao combate. Distribuíram-nos pelas falanges, colocando atrás de cada elefante mil homens protegidos com cotas de malha e capacetes de bronze, e quinhentos cavaleiros escolhidos precediam cada animal, acompanhando-o para onde quer que fosse, sem se afastarem dele. Sobre cada um, montaram torres de madeira, muito firmes, guarnecidas de máquinas, e em cada uma delas, quatro guerreiros valentes, que combatiam de cima das torres, assim como o seu indiano. O resto da cavalaria foi colocada à direita e à esquerda, nas duas alas do exército, para fustigar o inimigo e proteger as falanges. Quando o sol brilhou sobre os escudos de ouro e de bronze, a montanha resplandeceu, como que iluminada por chamas de fogo. Uma parte das tropas do rei espalhou-se sobre a colina e outra sobre a planície, caminhando com precaução e boa ordem. Os judeus ficaram espantados ao ouvirem o ruído de tal multidão, a sua marcha, a colisão das suas armas. Era, na verdade, um exército extremamente grande e poderoso. Judas, no entanto, avançou com os seus homens para travar batalha. Seiscentos homens do exército do rei foram aniquilados. Eleázar, filho de Avaran, percebeu que um dos elefantes estava armado com uma couraça real, o qual superava todos os outros, e julgou que sobre ele estaria o rei. Propôs-se, então, salvar todo o povo e celebrizar o seu nome. Precipitou-se, audazmente, nessa direcção, pelo meio da falange, matando à direita e à esquerda e separando o inimigo de um lado e do outro. Meteu-se debaixo do elefante, tomou posição e matou-o. O animal caiu por cima dele, e ali mesmo morreu. Vendo os de Judas o poder do exército real e a impetuosidade das suas tropas, retiraram-se.

 

Aleluia aleluia, aleluia

Eis, Senhor, os vossos servos:
Faça-se em nós segundo a vossa palavra

Aleluia aleluia, aleluia

O texto inicia com a narração do assédio feito por Judas à cidadela de Jerusalém. Ele já não suportava a presença dos soldados sírios e daqueles hebreus que se tinham unido ao inimigo renegando a aliança com Deus. Além disso, da cidadela os inimigos observavam todos os movimentos que ocorriam no templo. Escreve o texto: “As tropas aquarteladas na fortaleza impediam sempre a passagem dos israelitas para o Templo, e prejudicavam-nos de todas as formas, dando assim apoio aos pagãos” (v. 18). Judas decidiu começar o assédio circundando-a com “rampas e máquinas de assalto”. Alguns dos sitiados, no entanto, conseguindo romper o cerco, chegaram a Antioquia e pediram reforços ao rei. Os hebreus traidores foram aqueles que mais pressionaram o rei para que interviesse. O autor, reportando as palavras destes hebreus traidores contra os seus irmãos, realça a amargura e a crueldade que qualquer traição comporta. Eles dirigiram-se ao rei dizendo: “Quando é que vais fazer justiça e vingar os nossos irmãos? Nós submetemo-nos voluntariamente ao teu pai, seguindo as orientações e obedecendo fielmente às suas ordens. O resultado é que os nossos compatriotas cercaram a fortaleza e tratam-nos como estranhos. Mais ainda: mataram todos os nossos que lhes caíram nas mãos e saquearam as nossas propriedades... Se não os surpreenderes rapidamente, farão coisas ainda piores, e tu já não serás capaz de segurá-los” (vv. 22-27). O rei deixou-se convencer pelas suas palavras e preparou uma nova expedição, mais numerosa e mais equipada do que as precedentes, contratando tropas de todas as regiões não submetidas a Roma, conforme o tratado de paz pós-Magnésia. O exército atingiu o número de 100.000 homens de infantaria, 20.000 cavaleiros e 32 elefantes. Os números são muito grandes e, provavelmente, exagerados. A intenção é a de realçar a imponência da expedição. Os dois exércitos - muito desequilibrados na composição - encontraram-se frente a frente em Bet-Zacarias, uma aldeia na fronteira com a Idumeia. O autor detém-se a descrever pormenorizadamente o grande aparato das tropas sírias, insistindo sobre o equipamento dos elefantes que os Judeus enfrentaram pela primeira vez. Os Hebreus ficaram chocados: “Quem ouvia a vozearia de tanta gente, o tropel dessa multidão e o ruído das armas, ficava apavorado: pois era realmente um exército muito numeroso e bem armado” (v. 41). No entanto, combateram com coragem e um exemplo extraordinário foi o gesto de Eleazar, um dos irmãos de Judas, que se lançou contra um elefante que pensava que transportasse o rei. Não hesitou um instante em sacrificar-se para salvar o seu povo. Escreve o texto: “Resolveu dar a vida para salvar o povo, esperando assim conquistar uma fama eterna” (v. 44). A mesma expressão será retomada por Paulo para expressar o sacrifício de Jesus: “Entregou-Se pelos nosso pecados” (Gl 1, 4). Santo Ambrósio, comentando o gesto de Eleazar, elogia-o pela força de ânimo, pelo desprezo da morte e pelo amor pelo seu povo. No entanto, os hebreus tiveram de se retirar para Jerusalém.


29/10/2013
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