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A oração cada dia


 
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Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Eu sou o Bom Pastor,
minha voz as ovelhas escutam,
E serão um só rebanho e um só Pastor.

Aleluia aleluia, aleluia

I Macabeus 11,1-37

O rei do Egipto reuniu um exército tão numeroso como as areias das praias do mar e uma frota considerável, com o astuto propósito de se apoderar do reino de Alexandre, a fim de o anexar ao seu. Chegou à Síria com palavras de paz, e os habitantes das cidades abriram-lhe as portas e saíram ao seu encontro, conforme o rei Alexandre ordenara, já que era seu sogro. Mas Ptolomeu, logo que entrava numa cidade, punha nela uma guarnição militar. Ao entrar em Asdod, mostraram-lhe o templo de Dagon destruído pelo fogo, Asdod e os seus arrabaldes em ruínas, os cadáveres estendidos por terra e, ao lado dos caminhos, os montões daqueles que tinham sido mortos na batalha. Contaram ao rei tudo o que fizera Jónatas, com o fim de o tornar odioso ao rei; mas o rei guardou silêncio. Jónatas veio a Jope, ao encontro do rei, com grande pompa, saudaram-se mutuamente e passaram ali a noite. Depois, Jónatas acompanhou o rei até ao rio, chamado Eleutero, e voltou a Jerusalém. O rei Ptolomeu estabeleceu assim o seu poderio sobre todas as cidades da costa até à cidade marítima de Selêucia, forjando maus planos contra Alexandre. Enviou embaixadores a Demétrio, dizendo-lhe: «Vem, façamos juntos uma aliança e dar-te-ei a minha filha, mulher de Alexandre, e reinarás sobre o reino do teu pai. Lamento, de facto, ter-lhe dado a minha filha, porque ele procurou assassinar-me.» Acusava-o desta forma, porque cobiçava o seu reino. Por fim, tirou-lhe a filha, e deu-a a Demétrio, afastando-se dele e manifestando assim, publicamente, a sua inimizade. Ptolomeu entrou em Antioquia e cingiu o diadema da Ásia; ficou assim com um duplo diadema: o do Egipto e o da Ásia. Por aqueles dias, o rei Alexandre encontrava-se na Cilícia, pois os habitantes daquela região tinham-se revoltado. Mas, avisado, veio para travar combate com Ptolomeu. Este saiu-lhe ao encontro com o seu exército, avançou com forças imponentes e derrotou-o. Enquanto o rei Ptolomeu triunfava, Alexandre chegou à Arábia para ali procurar refúgio, mas o árabe Zabdiel mandou cortar-lhe a cabeça e enviou-a a Ptolomeu. Dali a três dias morreu também Ptolomeu, e as guarnições que pusera nas fortalezas foram massacradas pelos habitantes das cidades vizinhas. Demétrio começou a reinar no ano cento e sessenta e sete. Por aqueles dias, Jónatas convocou os homens da Judeia para se apoderarem da cidadela de Jerusalém; com esse fim construiu numerosas máquinas de guerra. Imediatamente, alguns ímpios, inimigos do próprio povo, dirigiram-se ao rei Demétrio e contaram-lhe que Jónatas sitiava a cidadela. Irritado com esta notícia, pôs-se logo a caminho e alcançou Ptolemaida. De lá escreveu a Jónatas que não atacasse a cidadela e que viesse o mais depressa possível a Ptolemaida para conferenciar com ele. Mas Jónatas, logo que recebeu a mensagem, ordenou que se continuasse o cerco e, escolhendo alguns dos anciãos de Israel e sacerdotes, expôs-se ao perigo. Levou consigo ouro, prata, vestes e outros presentes, foi a Ptolemaida ter com o rei e encontrou benevolência da parte dele. Com efeito, apesar de alguns renegados da sua nação o combaterem, o rei tratou-o como os seus predecessores e enalteceu-o à vista dos seus cortesãos. Confirmou-o no sumo sacerdócio e em todos os títulos que possuía anteriormente e considerou-o como o primeiro dos seus amigos. Jónatas pediu ao rei que lhe concedesse imunidade de impostos na Judeia e nos três distritos da Samaria, prometendo-lhe, em troca, trezentos talentos. Assentiu o rei e escreveu a Jónatas sobre este assunto uma carta, do seguinte teor: «O rei Demétrio ao seu irmão Jónatas e ao povo judeu, saúde! Enviamo-vos, a fim de que tomeis conhecimento, a cópia da carta que dirigimos, a vosso respeito, ao nosso pai Lástenes: ‘O rei Demétrio ao seu pai Lástenes, saúde! Resolvemos fazer mercês ao povo dos judeus, nossos leais amigos, que manifestam os seus bons sentimentos a nosso respeito. Decretamos, pois, que toda a Judeia e os três distritos de Aferema, de Lida e de Ramataim, desanexados da Samaria e anexados à Judeia, entrem na sua posse. Todos os seus lucros pertencerão aos que sacrificam em Jerusalém, em lugar do tributo que, cada ano, o rei cobrava dos frutos da terra e das árvores. Igualmente perdoamos-lhes, desde agora, os restantes tributos que nos pagavam, os dízimos das salinas e os direitos da coroa que nos eram dados. Nada será anulado destes decretos, nem agora nem nunca. Cuidai, pois, de fazer uma cópia deste decreto e entregai-a a Jónatas, para que seja colocada na montanha santa, em lugar visível.’»

 

Aleluia aleluia, aleluia

Eu vos dou um mandamento novo:
amai-vos uns aos outros!

Aleluia aleluia, aleluia

O capítulo 11 é dedicado quase inteiramente à história interna do reino da Síria, perturbado mais uma vez, por lutas intestinas que, no entanto, os Macabeus conseguem desfrutar a próprio favor. Nesta página relata-se mais uma luta para a tomada do poder. Era assim na altura e a história continua a ser marcada por esta tensão. O autor narra a acção de Ptolomeu, rei do Egipto que, para realizar o antigo sonho de estender o império do Egipto a toda a zona a Sul da Síria, que tinha passado em 198 a.C. sob o domínio dos Selêucidas, organizou uma acção traiçoeira conta o rei selêucida, Alexandre: “O rei do Egipto reuniu um exército, tão numeroso como a areia da praia, e muitos navios. Ele pretendia, com a astúcia, apoderar-se do reino de Alexandre e anexá-lo ao seu. Partiu para a Síria com propostas de amizade. A gente de cada cidade abria as portas e saía ao encontro dele, porque Alexandre tinha ordenado que o acolhessem, pois tratava-se do seu sogro. Porém, logo que entrava numa cidade, Ptolomeu deixava aí uma guarnição militar” (1-3). O rei egípcio, para realizar o seu projecto, não hesitou em trair o antigo aliado, Alexandre, aliando-se até mesmo com o inimigo histórico deste, Demétrio II. Além disso, o texto acena à tentativa dos habitantes de Azoto de darem uma má imagem de Jónatas junto de Ptolomeu, mostrando-lhe as atrocidades cometidas na destruição de Dagon e o massacre dos habitantes daquela terra. Ptolomeu, no entanto, não se deixou convencer e preferiu aliar-se com Jónatas. Este último, de facto, vendo como as coisas andavam e procurando tirar vantagem, foi ao encontro de Ptolomeu que avançava vitorioso "com toda a pompa”. Encontraram-se em Jope, onde passaram juntos a noite inteira, e ambos quiseram tirar vantagem aliando-se contra Alexandre. Ptolomeu enviou os seus mensageiros a Demétrio para fechar um acordo com ele. Deu-lhe como esposa Cleópatra, a filha, que precedentemente tinha concedido como mulher ao rei Alexandre. A este ponto, Ptolomeu manifestou claramente o seu projecto: conquistar toda a Ásia. Com efeito, entrou em Antioquia e “fez-se coroar rei da Ásia; ficou com duas coroas reais: a do Egipto e a da Ásia” (13). Inútil foi a resistência de Alexandre. Derrotado por Ptolomeu, teve de se refugiar na Arábia. Entretanto, Jónatas, aproveitando da situação, pensou conquistar a cidadela libertando assim Jerusalém daquele presídio estrangeiro. Os judeus filo-helenistas do costume tentaram opor-se a Jónatas, indo queixar-se ao rei que escreveu a Jónatas ordenando-lhe para levantar o cerco. Mas Jónatas não se assustou com a ordem do rei. E enfrentou-o com sabedoria, convencendo-o das suas razões. E Jónatas foi tão hábil que conseguiu ainda obter ulteriores isenções de impostos. Demétrio II, para sancionar a nova situação, escreveu uma carta a Jónatas, chamando-o “irmão”, a toda a “nação dos Judeus”. Com a carta, o rei confirmava todos os privilégios que tinha concedido. E é singular que o rei mandasse que a carta fosse “colocada em lugar bem visível na montanha santa” (37). Gravada em pedra ou em tábuas de bronze, sancionava também juridicamente a aliança entre Jónatas e o seu povo e o rei selêucida. A estratégia de paz, conduzida com sabedoria por Jónatas, gerou o seu extraordinário efeito.


14/11/2013
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