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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

O Espírito Santo virá sobre ti
Aquele que nascer de ti será santo.

Aleluia aleluia, aleluia

I Macabeus 14,25-49

Ao ter conhecimento destas coisas, o povo disse: «Que sinal de reconhecimento daremos a Simão e aos seus filhos? Tanto ele, como os seus irmãos e a casa de seu pai, mostraram-se valorosos, venceram os inimigos de Israel e asseguraram-lhe a liberdade.» Gravaram, pois, uma inscrição sobre placas de bronze, que colocaram entre as estelas conservadas no monte Sião. «No dia dezoito do mês de Elul, do ano cento e setenta e dois, o terceiro ano do pontificado de Simão,

na grande assembleia dos sacerdotes, do povo, dos chefes da nação e dos anciãos, tomou-se esta deliberação: ‘Tendo havido no nosso país guerras contínuas, Simão, filho de Matatias, descendente de Joiarib, e os seus irmãos, expuseram-se ao perigo e resistiram aos inimigos da sua raça para salvar o templo e a lei, elevando o seu povo a uma grande glória. Jónatas juntou todo o povo e tornou-se Sumo Sacerdote e, agora, foi reunir-se aos seus antepassados. Os inimigos quiseram invadir o país, para o devastar e profanar os lugares santos; mas, então, levantou-se Simão. Combateu pela sua nação, gastou uma grande parte dos seus bens para armar os homens do exército e pagar-lhes o soldo. Fortificou as cidades da Judeia e Bet-Sur, que se encontra na fronteira, a qual, antes, era arsenal do inimigo, e pôs ali uma guarnição judia. Da mesma forma, fortificou Jope, situada na costa, e Guézer, na fronteira de Asdod, outrora povoada de inimigos, na qual colocou uma guarnição de soldados judeus, provendo-os de tudo o que era necessário para a defesa. O povo, vendo a fidelidade de Simão e a glória que queria adquirir para a sua gente, escolheu-o por chefe e por Sumo Sacerdote, em virtude de tudo o que tinha feito, pela justiça e fidelidade que guardou à sua pátria, e por ter procurado todos os meios para a enaltecer. Sob a sua autoridade, os gentios foram exterminados do seu território e expulsos os ocupantes da cidade de David, em Jerusalém, lugar em que tinham construído uma cidadela, da qual saíam para manchar os acessos do templo e profanar gravemente a sua santidade. Simão colocou ali uma guarnição judia, fortificou-a, para proteger o país e a cidade, e alteou os muros de Jerusalém. E o rei Demétrio confirmou Simão no cargo de Sumo Sacerdote, contou-o no número dos seus amigos e demonstrou-lhe uma grande consideração. Com efeito, soube que os romanos davam aos judeus o nome de irmãos, de amigos e de aliados e que haviam recebido honrosamente os enviados de Simão. Soube também, que os judeus e os seus sacerdotes haviam consentido que Simão se tornasse seu chefe e Sumo Sacerdote, perpetuamente, até à vinda de um profeta fiel, o qual tomasse o comando do exército, cuidasse do culto, designasse superintendentes para os trabalhos, as regiões do país, os armamentos, as fortificações, que se ocupasse do culto, que fosse obedecido por todos, que no país todos os actos públicos fossem escritos em seu nome e que andasse vestido de púrpura e insígnias de ouro. E, finalmente, que não fosse permitido a ninguém, do povo ou dos sacerdotes, rejeitar uma só das suas disposições, contradizer as suas ordens, convocar reuniões no país, sem o seu assentimento, vestir-se de púrpura ou usar fivela de ouro. Todo aquele que agisse ou violasse alguma das suas decisões, fosse considerado como réu. Aprouve ao povo dar a Simão este poder para que agisse conforme estas disposições. Simão aceitou, agradecido, exercer o sumo sacerdócio, chefiar o exército, governar os judeus e os sacerdotes e assumir a autoridade sobre todos’.» Convencionou-se que esta inscrição fosse gravada em placas de bronze e colocada em lugar visível, na galeria do templo, e que, além disso, uma cópia fosse depositada na dependência do tesouro, à disposição de Simão e dos seus filhos.


 

Aleluia aleluia, aleluia

Eis, Senhor, os vossos servos:
Faça-se em nós segundo a vossa palavra

Aleluia aleluia, aleluia

Uma assembleia popular que se reuniu provavelmente em Jerusalém, estabeleceu honrar Simão e os seus irmãos pelas suas acções em favor de todo o povo judaico. E como era costume naquele tempo, sobretudo, nas cidades gregas, decidiu-se honrar com um decreto público esculpido em tábuas de bronze e colocá-las na colina de Sião, provavelmente no recinto do Templo. Depois do elogio colectivo da família de Matatias, recorda-se a obra de Jónatas, provavelmente porque mais próxima aos últimos eventos que se verificaram com Simão. O texto resume a sua obra de salvação do povo judaico. Com efeito, o que o texto realça é o empenho que Simão toma, não para si mesmo ou para a sua glória, mas para salvar o povo da submissão aos estrangeiros, com a respectiva perda da fé. Escreve a assembleia: “Como estavam a acontecer muitas guerras no país, o sacerdote Simão, da família de Joarib, filho de Matatias, e seus irmãos arriscaram a vida e enfrentaram os adversários do seu povo para salvar o Templo e a Lei, e cobriram de glórias o seu povo. Jónatas, depois de unificar o país e exercer a função de sumo-sacerdote, foi juntar-se aos seus antepassados. Então os inimigos dos judeus quiseram invadir o país e apoderar-se do Templo. Simão, porém, levantou-se contra eles e lutou em favor da sua nação” (29-32). Reconhece-se e louva-se a sua fé que está na base da sua acção. E é essa também a razão pela qual o povo se entrega a ele: “Vendo a fidelidade de Simão e o seu interesse por engrandecer a pátria, o povo nomeou-o chefe e sumo-sacerdote, em vista de tudo o que fizera, por causa da justiça e honestidade com que fortalecia a nação e procurava por todas as formas exaltar cada vez mais o seu povo” (35). A escolha de fazer de Simão o único guia do povo, manifesta a vontade de superar as divisões entre os judeus filo-helenistas e aqueles que queriam conservar a pureza da tradição. A divisão tinha trazido graves danos a todo o povo judeu. A obediência a quem tinha dado testemunho de gastar toda a sua vida por todos e não por si, podia garantir a unidade do povo e a pureza da fé. É uma dimensão que ultrapassa a época de Simão e inscreve-se na vida da comunidade dos crentes ainda hoje. O texto, ciente da invulgaridade da situação pede, de qualquer modo, a obediência a Simão, “até que surgisse um profeta legítimo” (41). Para além das interpretações que esta afirmação suscita é, no entanto, indubitável que a tenção à unidade requer sempre a obediência a quem tem a responsabilidade da unidade da comunidade dos crentes. Sem que isto, obviamente, queira significar desresponsabilidade de cada membro. Na comunidade cristã a responsabilidade de comunicar o Evangelho – é esta a profecia que se deve viver – é confiada a todos, se bem que na hierarquia da comunidade.


26/11/2013
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