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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma

Memória de São Romualdo (950-1027), anacoreta e pai dos monges camaldulenses.


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Eu sou o Bom Pastor,
minha voz as ovelhas escutam,
E serão um só rebanho e um só Pastor.

Aleluia aleluia, aleluia

São Mateus 6,7-15

Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.» «Rezai, pois, assim:
‘Pai nosso, que estás no Céu,
santificado seja o teu nome,

venha o teu Reino;
faça-se a tua vontade,
como no Céu, assim também na terra.

Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia;

perdoa as nossas ofensas,
como nós perdoámos a quem nos tem ofendido;

e não nos deixes cair em tentação,
mas livra-nos do Mal.’

Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós.

Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.»

 

Aleluia aleluia, aleluia

Eu vos dou um mandamento novo:
amai-vos uns aos outros!

Aleluia aleluia, aleluia

O “Pai nosso” ocupa o centro do discurso da montanha, como que a dar-nos “a síntese de todo o Evangelho” (Tertulliano). Jesus exorta os discípulos a não desperdiçarem as palavras na oração, pensando que convencem Deus enxovalhando-se. A verbosidade serve para nós, não para o Senhor: “o vosso Pai sabe do que precisais antes de vós Lho pedirdes” assegura Jesus. A essência da oração está em depositar em Deus a nossa total confiança, certos de que não nos abandonará e que nos dará tudo aquilo que necessitamos. E Jesus ensina aquela extraordinária oração que é o Pai nosso. Podemos dizer que toda a oração está resumida na primeira palavra, “Pai”, “Abbá” (papá). Colocando-nos nos lábios esta palavra, Jesus realiza uma verdadeira revolução religiosa. Basta pensar que a tradição hebraica proíbe de nomear o Santo Nome de Deus. Pelo contrário, Jesus fazendo-nos chamar Deus com o apelativo de “abbá” oferece-nos uma dimensão impensável até então, a de ser filhos, a da participação íntima na família de Deus. Não só no-la apresenta, como também nos envolve na Sua mesma intimidade com o Pai. Não “abaixa” Deus a nós; antes pelo contrário, eleva-nos até ao Pai “que está nos céus”. Deus continua a ser o “totalmente outro” de nós, mas é um Pai que nos amou ao ponto de nos mandar o Seu próprio Filho. Trata-se de um amor absolutamente ilimitado. Impossível de ser concebido pela nossa mente, se Ele mesmo não no-lo tivesse revelado. Com esta oração, chegamos até a ser envolvidos. Portanto, é justo fazer a Sua vontade e pedir que venha depressa o Seu Reino, isto é, o tempo definitivo no qual será, finalmente, reconhecida a santidade de Deus e o Seu amor reinará entre os homens e em toda a Criação. A segunda parte da oração refere-se à vida quotidiana. Jesus exorta-nos a pedir o pão, o de todos os dias, para nos fazer tocar com a mão o concretismo do amor de Deus. E é ao mesmo tempo, tanto o pão material como o da Sua Palavra. Dois pães, duas mesas, indispensáveis. E as duas devem estar preparadas, ou melhor, multiplicadas para todos. E depois, coloca nos nossos lábios um pedido gravoso: “Perdoai-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”. Parece duro e irrealista admitir que o perdão humano seja modelo (“assim como nós... “) daquele divino, mas nos versículos seguintes, esta posição tem uma explicação: “De facto, se perdoardes aos homens os males que eles fizeram, o vosso Pai que está no Céu também vos perdoará; mas, se não perdoardes aos homens, o vosso Pai também não perdoará os males que tiverdes feito”. Esta linguagem é incompreensível para uma sociedade como a nossa, em que o perdão é deveras raro e parece prevalecer o espírito da vingança. Mas talvez, justamente por isso, temos ainda mais necessidade de aprender a rezar o “Pai nosso” para fazer com que desça, cada vez mais, nos nossos corações.


19/06/2014
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