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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma

Recordação de Santo Irineu, bispo de Lião e mártir (130-202): da Anatólia foi para a França para proclamar o Evangelho. Para os muçulmanos inicia o mês do Ramadão.


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Todo o que vive e crê em mim
não morrerá jamais.

Aleluia aleluia, aleluia

São Mateus 8,5-17

Entrando em Cafarnaúm, aproximou-se dele um centurião, suplicando nestes termos: «Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico, sofrendo horrivelmente.» Disse-lhe Jesus: «Eu irei curá-lo.» Respondeu-lhe o centurião:
«Senhor, eu não sou digno de que entres debaixo do meu tecto; mas diz uma só palavra e o meu servo será curado.

Porque eu, que não passo de um subordinado, tenho soldados às minhas ordens e digo a um: ‘Vai’, e ele vai; a outro: ‘Vem’, e ele vem; e ao meu servo: ‘Faz isto’, e ele faz.»

Jesus, ao ouvi-lo, admirou-se e disse aos que o seguiam: «Em verdade vos digo: Não encontrei ninguém em Israel com tão grande fé! Digo-vos que, do Oriente e do Ocidente, muitos virão sentar-se à mesa do banquete com Abraão, Isaac e Jacob, no Reino do Céu, ao passo que os filhos do Reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes.» Disse, então, Jesus ao centurião: «Vai, que tudo se faça conforme a tua fé.» Naquela mesma hora, o servo ficou curado. Entrando em casa de Pedro, Jesus viu que a sogra dele jazia no leito com febre. Tocou-lhe na mão, e a febre deixou-a. E ela, levantando-se, pôs-se a servi-lo. Ao entardecer, apresentaram-lhe muitos possessos; e Ele, com a sua palavra, expulsou os espíritos e curou todos os que estavam doentes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: Ele tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas dores.

 

Aleluia aleluia, aleluia

Se tu creres verás a glória de Deus
diz o Senhor.

Aleluia aleluia, aleluia

Jesus terminou de pronunciar o Seu grande discurso da montanha e iniciou a Sua obra pastoral em Cafarnaum, a cidade que tinha escolhido para viver. Já curou um leproso na rua (8, 1-4) e, agora, está a entrar na cidade. Um centurião vem ao Seu encontro, um homem alheio ao culto e às tradições de Israel. No entanto, tem um empregado doente e recorre a Jesus; provavelmente nem sequer sabe como Lhe apresentar o caso; podemos dizer que não sabe como rezar. Mas o seu coração está cheio de dor por aquele empregado doente que “sofre muito”, diz-Lhe. Jesus vê o coração daquele homem e comove-Se. E logo lhe diz que irá a sua casa para curar o empregado: “Eu vou curá-lo”. Se calhar, a este ponto, teríamos logo aproveitado de uma generosidade tão grande e gratuita. Aquele centurião, não. Envergonha-se ainda mais: encontra-se perante si mesmo, perante a própria vida, perante um juízo sobre ele mesmo; e com espontânea verdade diz que não é digno que o Mestre vá à sua casa. Sente vergonha diante de um homem tão bom. Tanto mais que Jesus teria cometido também uma acção impura indo a casa de um pagão. Aquele centurião, comovido, pronuncia aquelas esplêndidas palavras que ainda hoje a liturgia nos faz repetir a todos: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa, mas diz uma só palavra e o meu empregado ficará curado”. Jesus fica admirado pela fé deste centurião e aponta-a como exemplo para todos. E, ficando onde está, diz-lhe: “Vai, e seja feito conforme acreditaste”. E, com efeito, o empregado fica curado com a Palavra de Jesus. É um exemplo da força da oração feita com fé: o Senhor é como que obrigado a satisfazer o pedido daquele centurião. Não Se limita apenas a dizer, como no início: “Eu vou curá-lo”, mas realça a força da fé daquele centurião: “Seja feito conforme acreditaste”. Não foi só o empregado que ficou curado – escreve o evangelista: “Nessa mesma hora o empregado ficou curado” – mas também o centurião: diante daquele Mestre, descobriu não só que não era digno mas ainda encontrou Aquele que liberta também da resignação e da angústia. Jesus continua o Seu caminho em Cafarnaum e entra na casa que tinha escolhido para morar. Aí, encontra a sogra de Pedro que está deitada com febre. Jesus tocou-lhe na mão e cura-a. O milagre é narrado de maneira simples quase que a realçar que o simples facto de dar a mão aos idosos para os manter em casa, significa curá-los. A cena termina com a multidão de doentes diante da porta da casa onde vivia: Jesus curou-os a todos. É uma cena que deve interrogar todas as comunidades cristãs sobre a sua presença e a sua acção nas cidades contemporâneas. Todas elas são chamadas a serem lugar de acolhimento e de cura.


28/06/2014
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