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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sois uma geração escolhida
um sacerdócio real, uma nação santa,
povo resgatado por Deus
para proclamar as suas maravilhas.

Aleluia aleluia, aleluia

São Lucas 7,31-35

«A quem, pois, compararei os homens desta geração? A quem são semelhantes? Assemelham-se a crianças que, sentadas na praça, se interpelam umas às outras, dizendo:
‘Tocámos flauta para vós,
e não dançastes!
Entoámos lamentações,
e não chorastes!’

Veio João Baptista, que não come pão nem bebe vinho, e dizeis: ‘Está possesso do demónio!’

Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: ‘Aí está um glutão e bebedor de vinho, amigo de cobradores de impostos e de pecadores!’

Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos.»

 

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sereis santos,
porque Eu sou santo, diz o Senhor.

Aleluia aleluia, aleluia

O trecho evangélico dá seguimento à resposta de Jesus aos discípulos enviados por João Baptista que Lhe perguntaram: “És Tu aquele que há-de vir, ou devemos esperar outro?” (7, 18). O austero profeta, apesar de se encontrar na prisão, não se resigna à espera do Messias. A sua inquietude é de grande ensinamento ainda hoje, dada a facilidade com que nos resignamos a um mundo que não muda e que, de facto, nos deixa à mercê das forças do mal. Jesus, depois de ter respondido aos discípulos de João Baptista, elogia-o. Podemos dizer que nos exorta também a nós para não nos aquietarmos, para não nos quedarmos nas nossas resignadas certezas, para não nos parecermos com a geração de João Baptista que não soube escutar as palavras, nem as de João Baptista nem as do Filho do Homem. Jesus pergunta: “Com quem poderei comparar os homens desta geração? Com quem se parecem eles?”. Mais à frente Jesus acusará: “Ó geração sem fé e pervertida, até quando deverei ficar convosco e vos suportar?” (Lc 9, 41). Dirigindo-Se aos que O escutavam, prossegue dizendo que são como crianças que “se sentam nas praças e se dirigem aos colegas dizendo: Tocámos flauta e não dançastes, cantámos uma música triste e não chorastes!”. É a reacção das crianças viciadas que reagem de maneira instintiva e egocêntrica. O que conta não é o que vêem e escutam, mas o que sentem de maneira totalmente egocêntrica. É o “eu” deles que conta, nada mais. Diz: “Veio João Baptista, que não comia nem bebia e dissestes: ‘Está com um demónio’. Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: ‘É um comilão e beberrão, amigo dos cobradores de impostos e dos pecadores!’”. O problema está no coração egocêntrico e fechado de quem não quer sair de si mesmo. E, por isso, fica prisioneiro de si mesmo e do próprio restrito horizonte. O problema torna-se grave quando os homens se submetem e se deixam escravizar por mentalidades egocêntricas e auto-referenciais. O Evangelho deve voltar a ecoar em todo o lado, para libertar os corações das recorrentes escravidões. Também o apóstolo Pedro intuiu isso, quando, depois da descida do Espírito Santo, dirigiu-se à multidão reunida diante do cenáculo e disse: “Livrai-vos da gente corrompida” (Act 2, 40). Não se trata de uma tomada de posição pessimista por parte de Pedro e, ainda antes, de Jesus. O Evangelho liberta-nos da escravidão de nós mesmos e dá-nos a capacidade de olharmos para além, de reconhecermos o projecto de Deus para o mundo, de colhermos os “sinais do tempo”, aqueles sinais que Deus inscreve na história humana para que nos ajude a orientá-la para o bem. Infelizmente, é frequente fecharmo-nos em nós mesmos e não vermos mais nada para além do nosso restrito horizonte ou das quatro paredes do nosso próprio eu. E eis a razão pela qual assistimos, cada vez mais, à manifestação de comportamentos indignados ou lamuriosos: cada um defende-se a si mesmo. Outra coisa é a “Sabedoria” que Deus nos veio dar: participar no Seu grande projecto de amor sobre o mundo. Já não há tempo a perder em lamúrias ou indignações: devemos empenhar o nosso tempo e as nossas forças na edificação do Reino que Jesus veio dar aos homens de todas as gerações.


17/09/2014
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