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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Eu sou o Bom Pastor,
minha voz as ovelhas escutam,
E serão um só rebanho e um só Pastor.

Aleluia aleluia, aleluia

São Lucas 10,1-12

Depois disto, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois, à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. Disse-lhes:
«A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe.

Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos.

Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias; e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho.

Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’

E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós. Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que lá houver, pois o trabalhador merece o seu salário.
Não andeis de casa em casa.

Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos for servido,

curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: ‘O Reino de Deus já está próximo de vós.’

Mas, em qualquer cidade em que entrardes e não vos receberem, saí à praça pública e dizei:

‘Até o pó da vossa cidade, que se pegou aos nossos pés, sacudimos, para vo-lo deixar. No entanto, ficai sabendo que o Reino de Deus já chegou.’» «Digo-vos: Naquele dia haverá menos rigor para Sodoma do que para aquela cidade.

 

Aleluia aleluia, aleluia

Eu vos dou um mandamento novo:
amai-vos uns aos outros!

Aleluia aleluia, aleluia

Este trecho evangélico refere o segundo discurso missionário de Jesus presente no Evangelho de Lucas. Se o primeiro era dirigido aos doze (9, 1-6), como que para reunir todo o povo de Israel, agora o motivo é a missão dos setenta e dois discípulos cujo número (cfr. Génesis 10) simboliza todos os povos da Terra. Lucas coloca-o no início do caminho de Jesus para Jerusalém. A universalidade da pregação não é um ulterior acréscimo à mensagem evangélica, mas é parte integrante da missão que Jesus confia aos Seus discípulos desde o início. Na verdade, Ele mesmo anota que “a colheita é grande”, isto é, deveras abundante e os trabalhadores são poucos. A abundância da colheita é proporcional à imensidão da dor presente no mundo, à dimensão da solidão que entristece as pessoas e à incrível frequência dos conflitos que envenenam os povos. A necessidade que os homens e os povos têm de serem libertados de inumeráveis formas de escravidão é enorme. E Jesus vislumbra a desproporção entre o incrível trabalho de evangelização que há para realizar e o pequeno número de discípulos. Jesus está bem ciente desta diferença. De qualquer modo, o problema não está apenas no plano dos números, mas também no da qualidade. Por isso, Jesus, se de um lado exorta os discípulos a rezarem para que o Pai mande trabalhadores para a Sua colheita, do outro, reza para que o trabalho deles seja bem sucedido. Certo, proclamar o Evangelho não é um trabalho ligeiro ou fácil; requer que os discípulos não só consigam ir mais além da própria preguiça e lentidão, como também ultrapassar os obstáculos, os perigos e os ódios por parte do príncipe do mal. Jesus diz-lhes: “Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos”. Os discípulos devem estar cientes dos perigos que correm. Não ver os perigos para o rebanho, é sinal não só de insensibilidade como também de pouca inteligência por parte do pastor. E isso é importante devido à tarefa que lhes é confiada. Jesus exorta-os a não ficarem nos lugares habituais ou a não gerirem os hábitos de sempre, mesmo religiosos. A Igreja, a comunidade crist㠖 e, portanto, cada discípulo – é por própria natureza missionária, isto é, mandada pelo Senhor para anunciar o Evangelho em qualquer parte do mundo, para preparar os corações dos homens e das mulheres para que acolham Jesus como salvador da vida deles. O encontro com Jesus é a dádiva de paz que os discípulos são chamados a levar a cada casa. E mandou aqueles discípulos, dois a dois. Gregório Magno comenta que Jesus mandou-os dois a dois para que a primeira pregação deles fosse o amor recíproco. Na verdade, o amor é a força dos discípulos, os de ontem e os de hoje. O amor do Senhor é forte e derrota os “lobos” deste mundo, como provou Francisco de Assis com o “lobo” de Gubbio. A força dos discípulos de Jesus não está no equipamento que eles possuem: não devem levar nada com eles senão, precisamente, o Evangelho e o amor do Senhor. Com esta bagagem que é ao mesmo tempo, frágil e forte, eles podem percorrer os caminhos do mundo testemunhando “Aquele que os mandou”. Em qualquer cidade, ou melhor, em qualquer casa, devem anunciar o Reino de Deus e mostrá-l’O através da cura do mal: “Curai os doentes…e dizei ao povo: O Reino de Deus está próximo de vós”.


02/10/2014
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