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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma

Oração pela unidade das Igrejas. Memória particular das Igrejas e comunidades eclesiásticas luteranas, reformadas, metodistas, baptistas, pentecostais.


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Eu sou o Bom Pastor,
minha voz as ovelhas escutam,
E serão um só rebanho e um só Pastor.

Aleluia aleluia, aleluia

Hebreus 7,25-8,6

Sendo assim, Ele pode salvar de um modo definitivo, os que por meio dele se aproximam de Deus, pois Ele está vivo para sempre, a fim de interceder por eles. Tal é, com efeito, o Sumo Sacerdote que nos convinha: santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e elevado acima dos céus, que não tem necessidade, como os outros sacerdotes, de oferecer vítimas todos os dias, primeiro pelos seus próprios pecados e depois pelos do povo, porque Ele o fez uma vez por todas, oferecendo-se a si mesmo. A Lei, com efeito, constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à debilidade; mas a palavra do juramento, posterior à Lei, constitui o Filho perfeito para sempre.


O ponto principal do que estamos a dizer é que temos um Sumo Sacerdote que se sentou nos céus à direita do trono da Majestade, como ministro do santuário e da verdadeira tenda, construída pelo Senhor e não pelo homem. Todo o Sumo Sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; daí a necessidade de também ele ter algo para oferecer. Se Cristo estivesse na terra, nem sequer seria sacerdote, pois já existem aqueles que oferecem os dons segundo a Lei. Esses prestam um culto que é uma imagem e uma sombra das realidades celestes, como foi revelado a Moisés quando estava para construir a tenda.
Foi-lhe dito: Presta atenção, faz tudo segundo o modelo que te foi mostrado no monte.

Mas, de facto, ele obteve um ministério tanto mais elevado, quanto maior é a aliança de que é mediador, a qual foi estabelecida sobre melhores promessas.

 

Aleluia aleluia, aleluia

Eu vos dou um mandamento novo:
amai-vos uns aos outros!

Aleluia aleluia, aleluia

O trecho explica mais uma vez o sentido do Sumo-Sacerdócio de Cristo: “Ele não precisa, como precisam os outros sumos-sacerdotes, de oferecer diariamente sacrifícios, antes pelos próprios pecados e depois pelos pecados do povo; porque ele, oferecendo-Se a Si mesmo, fez isso uma vez por todas”. Estamos no cerne da fé cristã: Jesus ofereceu a Sua vida por nós, vítima inocente, único sacrifício, através do qual se constituiu mediador entre Deus e os homens. Através d’Ele, podemos ser perdoados e entrar em comunhão com Deus, viver em aliança com Ele. Com a Sua morte e ressurreição, deu início a um tempo novo e a uma nova aliança no Seu sangue derramado por nós. Na Liturgia Eucarística, celebramos este grande mistério da salvação, porque na oferta do Seu corpo e do Seu sangue renova-se sempre a Sua morte e ressurreição e somos sempre constituídos como o Seu povo, a Sua comunidade. Daqui compreendemos a centralidade da Liturgia Eucarística do domingo, onde somos regenerados a uma vida nova. Assim como o sábado hebraico é visto no livro do Génesis como o cumprimento da Criação, do mesmo modo no domingo dos cristãos cumpre-se a nova Criação, aquela instaurada pela morte e ressurreição do Senhor. Decerto, hoje ela é para nós e para a Criação um cumprimento parcial, porque só em Jesus Cristo é que a morte e a corrupção são derrotadas, ainda que não em nós nem na Criação. Com efeito, aguardamos com esperança o cumprimento definitivo, quando “nunca mais haverá morte, nem luto, nem gritos, nem dor, porque as coisas antigas desapareceram” (Ap 21, 4). No entanto, desde já provamos a libertação da escravidão do pecado no encontro com Jesus, no perdão que nos é concedido, na cura da nossa alma. A obra de cura de Jesus, assim como é narrada pelo Evangelhos, é o sinal que o Reino de Deus já iniciou, mas ainda não se realizou. Por isso, todos nós precisamos deste Sumo-Sacerdote segundo a ordem do sacerdócio de Melquisedec, para que continue a oferecer a Sua vida por nós, dando-nos o Seu pão, tornando-Se alimento por nós naquela Palavra que se torna pão e alimento de vida eterna.


22/01/2015
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