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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma

Memória do genocídio de 1994 no Ruanda.


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Cristo ressuscitou dos mortos e não volta a morrer!
Ele vai à vossa frente para a Galileia!

Aleluia aleluia, aleluia

São João 20,11-18

Maria estava junto ao túmulo, da parte de fora, a chorar. Sem parar de chorar, debruçou-se para dentro do túmulo, e contemplou dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha estado o corpo de Jesus, um à cabeceira e o outro aos pés. Perguntaram-lhe: «Mulher, porque choras?» E ela respondeu: «Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram.» Dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não se dava conta que era Ele. E Jesus disse-lhe: «Mulher, porque choras? Quem procuras?» Ela, pensando que era o encarregado do horto, disse-lhe: «Senhor, se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste, que eu vou buscá-lo.» Disse-lhe Jesus: «Maria!» Ela, aproximando-se, exclamou em hebraico: «Rabbuni!» - que quer dizer: «Mestre!» Jesus disse-lhe: «Não me detenhas, pois ainda não subi para o Pai; mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes: ‘Subo para o meu Pai, que é vosso Pai, para o meu Deus, que é vosso Deus.’» Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: «Vi o Senhor!» E contou o que Ele lhe tinha dito.

 

Aleluia aleluia, aleluia

Cristo ressuscitou dos mortos e não volta a morrer!
Ele vai à vossa frente para a Galileia!

Aleluia aleluia, aleluia

A Liturgia convida-nos a continuarmos ao lado daquele sepulcro onde o corpo de Jesus foi colocado. E mostra-nos Maria Madalena ali, enquanto chora a morte do seu Senhor. A perda da única pessoa que a tinha compreendido e que a tinha libertado da escravidão de sete demónios não a fez ficar em casa petrificada na dor e bloqueada na resignação e na derrota. Pelo contrário, levou-a ao sepulcro para ficar perto d’Ele: não podia ficar sem o seu Mestre, mesmo morto. Quão distantes estamos do amor desta mulher! Choramos demasiado pouco a perda do Senhor. Maria está desconsolada mas, decerto, não resignada. A todos, aos dois anjos e ao “jardineiro”, pergunta por Jesus. Só quer procurar o Mestre. Nada mais lhe interessa. É deveras o exemplo da verdadeira crente, de quem não deixa de procurar de todas as maneiras, o Senhor. Interpela também o “jardineiro”: “Se foste tu que O levaste, diz-me onde O puseste para eu ir buscá-l’O”. Maria vê Jesus com os olhos, mas não O reconhece. Só quando é chamada por nome é que se lhe abrem também os olhos. É o que acontece também a nós quando, necessitados de verdadeiras palavras, escutamos o Evangelho. Não vemos Jesus com os olhos, mas o coração que aguarda palavras de amor reconhece a voz. Aquele timbre, aquele tom, aquele nome pronunciado com uma ternura que muitas vezes lhe tinha tocado o coração, abatem a barreira que a morte tinha levantado entre ela e Jesus. Maria reconhece-O ao ser chamada por nome. Com efeito, o Evangelho não fala de uma maneira genérica. É uma palavra de amor que chega até ao coração. Deve ser escutado num clima de oração, no âmbito de uma tensão de procura de significado, de necessidade de visão. Devemos escutá-l’O com o coração daquela mulher. E se o fizermos, nem que seja uma só vez, significa nunca mais abandonar o Senhor. A voz de Jesus (o Evangelho) não se esquece. Mesmo se a ouvirmos por um instante, nunca mais renunciamos a ela. A familiaridade com as palavras evangélicas, de facto, é familiaridade com o Senhor: é o caminho para vê-l’O e encontrá-l’O. Maria lança-se aos pés do Mestre e abraça-O com o afecto pungente de quem reencontrou o homem decisivo da sua vida. Mas Jesus diz-lhe: “Não Me segures... Mas vai dizer aos meus irmãos”. O amor evangélico é uma energia que leva a ir mais além. É a energia que tinha movido o próprio Jesus, a partir do momento em que, obedecendo ao Pai, “esvaziou-Se a Si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-Se semelhante aos homens” (Fl 2, 7). Maria obedeceu a Jesus e foi a correr ter com os discípulos. E, podemos dizer, estava ainda mais feliz enquanto corria novamente para anunciar a todos: “Eu vi o Senhor!”.


07/04/2015
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