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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sois uma geração escolhida
um sacerdócio real, uma nação santa,
povo resgatado por Deus
para proclamar as suas maravilhas.

Aleluia aleluia, aleluia

Números 13,1-3.25-14,1.25-35

O Senhor falou a Moisés: «Manda homens para explorar a terra de Canaã, que Eu hei-de dar aos filhos de Israel; enviarás um homem por cada tribo da casa de seus pais, todos dentre os principais.» Moisés enviou-os desde o deserto de Paran, segundo a palavra do Senhor, todos eles homens chefes dos filhos de Israel. Ao fim de quarenta dias, regressaram de explorar a terra. Vieram ter com Moisés e Aarão e com toda a assembleia dos filhos de Israel no deserto de Paran, em Cadés. Transmitiram-lhes a informação e todo o testemunho, mostrando-lhes o fruto da terra. Contaram, dizendo: «Fomos à terra aonde nos enviastes; lá, em verdade, corre leite e mel, e estes são os seus frutos. Todavia, o povo que habita nessa terra é bastante forte, tem cidades muito grandes amuralhadas, e até lá vimos os descendentes de Anac. Amalec habita na terra do Négueb, os hititas, os jebuseus, os amorreus habitam na montanha e os cananeus habitam junto ao mar e na margem do Jordão.» Caleb fez calar o povo que murmurava contra Moisés e disse: «Subamos e apoderemo-nos da terra, pois, sem dúvida, havemos de conseguir conquistá-la.» Mas os homens que tinham subido com ele disseram: «Não podemos atacar esse povo, porque é mais forte do que nós.» E contaram a má fama da terra que tinham explorado, dizendo aos filhos de Israel: «A terra que atravessámos para a explorar é terra que devora os seus habitantes e todo o povo que nela vimos é gente de grande estatura. Até lá vimos os gigantes, filhos de Anac, da raça dos gigantes; parecíamos gafanhotos diante deles e eles assim nos consideravam.»

Levantou-se toda a assembleia a gritar e o povo chorou toda essa noite. Visto que os amalecitas e os cananeus habitam no vale, amanhã retrocedei e parti para o deserto pelo caminho do Mar dos Juncos.» O Senhor disse a Moisés e a Aarão: «Até quando terei de ouvir esta assembleia má a murmurar contra mim? Ouvi as murmurações que os filhos de Israel fazem continuamente contra mim. Dir-lhes-ás: ‘Como Eu sou vivo - oráculo do Senhor - segundo as palavras que vos ouvi dizer, assim mesmo vos farei. Neste deserto cairão os vossos
cadáveres e todos os vossos recenseados de vinte anos para cima, que murmuraram contra mim.

Pois nenhum de vós entrará na terra pela qual levantei a minha mão para nela vos fazer morar, a não ser Caleb, filho de Jefuné, e Josué, filho de Nun, e as crianças que vós dizeis destinadas à humilhação. Eu os introduzirei nela e conhecerão a terra que vós desprezastes. Quanto a vós, os vossos cadáveres cairão neste deserto e os vossos filhos andarão errantes no deserto durante quarenta anos, carregando as vossas infidelidades até que os vossos cadáveres se desfaçam no deserto. Conforme o número de dias em que explorastes a terra, quarenta dias, equivalendo cada dia a um ano, haveis de carregar durante quarenta anos as vossas iniquidades e reconhecereis o meu desagrado’. Eu, o Senhor, declaro: Hei-de fazer isto a toda esta assembleia má que se revoltou contra mim neste deserto. Aqui acabarão e morrerão!’»

 

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sereis santos,
porque Eu sou santo, diz o Senhor.

Aleluia aleluia, aleluia

Moisés manda em reconhecimento alguns homens, um para cada tribo, para envolver todo o povo e para que todos saibam que a Terra Prometida não é uma esperança longínqua, mas que a esperança se concretiza. Significa, também, que todos nos podemos tornar testemunhas de esperança e que esta não é um sonho inalcançável, um optimismo vão, inalcançável como a dos ídolos, uma utopia que nunca se concretiza. Todo o crente é chamado a ser como estes homens e pode contar a todo o povo que a Terra Prometida não é virtual, pode descrevê-la para que muitos a continuem a procurar. É uma terra onde corre leite e mel, onde tentamos realizar as aspirações mais profundas. Quem viu, comunica aos outros com convicção, precisamente porque viu e transmite uma esperança que já não é uma espera vaga, mas uma certeza que se deve realizar. Também porque uma esperança sem concretismo não apaixona e não convence ninguém. Isto reforça a determinação dos outros. Somos chamados, também nós que vimos muitos sinais da misericórdia de Deus na nossa vida, a sermos testemunhas serenas do tesouro que encontrámos. No entanto, repropõem-se de novo, os receios, as dúvidas perante as dificuldades, aquela incerteza que o Papa Francisco chama de “cristãos derrotados”, isto é, certos que os problemas são sempre maiores do que eles e que não se pode lutar contra eles. Os homens que tinham ido julgam que nunca seriam capazes de lutarem contra o povo que aí vivia “porque é mais forte do que nós”. O medo torna-se resignação, insinua a dúvida, engrandece os problemas, certifica a impossibilidade de fazer o que quer que seja. A esperança deve combater sempre contra o medo. A esperança é mais forte porque revela o engano e não se deixa apagar por ele. Enfim aqueles homens julgam estarem sozinhos e esquecem-se que a verdadeira força nunca é aquela pessoal mas a que vem de Deus e da Sua presença. Não sois órfãos, dirá Jesus. “Eis que Eu estarei convosco todos os dias”. Eis a serena força do crente.


05/08/2015
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