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A oração cada dia


 
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Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Eis o Evangelho dos pobres, a libertação dos prisioneiros,
a vista dos cegos, a libertação dos oprimidos

Aleluia aleluia, aleluia

I Macabeus 1,10-15.41-43.54-64

Destes generais saiu aquela raiz de pecado, Antíoco Epifânio, filho do rei Antíoco, que estivera em Roma como refém, e tornou-se rei no ano cento e trinta e sete da era dos gregos. Nesta época, surgiram também, em Israel, filhos perversos que seduziram o povo, dizendo: «Façamos aliança com as nações vizinhas, porque desde que nos separámos delas sobrevieram-nos imensos males.» Pareceu-lhes bom este conselho. Alguns de entre o povo decidiram-se e foram ter com o rei, o qual lhes concedeu autorização para seguirem os costumes pagãos. Edificaram em Jerusalém um ginásio, segundo o estilo dos gentios, dissimularam os sinais da circuncisão, afastaram-se da aliança com Deus, coligaram-se com os estrangeiros e tornaram-se escravos do pecado. Então, o rei Antíoco publicou um édito para todo o seu reino, prescrevendo que todos os povos se tornassem um só povo, abandonando as suas leis particulares.
Todos os gentios se conformaram com esta ordem do rei,

e muitos de Israel adoptaram a religião de Antíoco, sacrificando aos ídolos e violando o sábado. No dia quinze do mês de Quisleu, do ano cento e quarenta e cinco, o rei edificou a abominação da desolação sobre o altar dos sacrifícios, e construíram altares em todas as cidades de Judá. Queimaram incenso diante das portas das casas e nas praças públicas, rasgaram e queimaram todos os livros da Lei, que encontraram. Todo aquele que tivesse em seu poder um livro da aliança ou mostrasse gosto pela lei, morreria, em virtude do decreto do rei. Era com este rigor que tratavam Israel e todos aqueles que habitavam nas suas cidades, mês após mês. No dia vinte e cinco de cada mês, sacrificavam no altar que estava levantado sobre o altar dos holocaustos. As mulheres que circuncidavam os seus filhos eram mortas, conforme o édito do rei, e os seus filhos, suspensos pelo pescoço. Matavam também os domésticos e os que lhes tinham feito a circuncisão. Foram muitos os israelitas que resolveram, no seu coração, não comer nada de impuro, preferindo antes morrer, a manchar-se com alimentos impuros; e preferiram ser trucidados, a manchar-se com alimentos impuros e a profanar a aliança santa. Foi muito grande a cólera que caiu sobre Israel.


 

Aleluia aleluia, aleluia

O Filho do Homem veio para servir
quem quiser ser grande, faça-se servo de todos

Aleluia aleluia, aleluia

Inicia a leitura do primeiro livro dos Macabeus. O autor – um culto hebreu contemporâneo dos factos ocorridos aos três irmãos Macabeus – traça já nos primeiros dois capítulos o horizonte de toda a narração: o povo de Israel defende a Lei da poluição dos povos vizinhos que querem impor as suas tradições pagãs. Consequentemente, o comportamento dos crentes que recusam qualquer cedência à mentalidade helénica exalta-se, mesmo a custo da morte. O crente é, portanto, identificado com o mártir. A narração do primeiro livro dos Macabeus – que compreende a história de Israel de 167 a 134 a.C. – inicia com um brevíssimo resumo histórico que acena a Alexandre o Macedónio (Alexandre Magno) que já tinha alargado o seu império a todo o Oriente, “até aos confins do mundo”. Ele, para amalgamar numa única civilização os vários povos, estabeleceu a língua grega como língua oficial do império. E ordenou que fossem construídos centros de cultura helenística, não só construindo novas cidades, como também reorganizando as já existentes no modelo das cidades gregas. O helenismo encontrou nos teatros e nos ginásios os espaços para difundir, juntamente com os templos, as divindades gregas. O autor, para descrever a força hegemónica também culturalmente de Alexandre, anota que “o mundo calou-se diante dele”. Mas o orgulho por esse enorme poder apoderou-se do coração do rei. E chegou o castigo divino: o rei adoeceu e morreu. No entanto, antes disso, dividiu o reino entre os seus oficiais. Entre estes encontrava-se Antíoco Epifânio, “um ramo perverso”, que entre as suas façanhas, porá a saque também Jerusalém. Precisamente no reinado de Antíoco, alguns “homens perversos” de Israel (literalmente “transgressores da Lei”), seduziram outros hebreus para acolherem comportamentos e estilos de vida helenísticos. “Vamos – disseram aos outros – fazer aliança com as nações vizinhas, porque, desde que nos afastámos delas, muitos males nos aconteceram”. A iniciativa da helenização dos costumes hebraicos foi, portanto, obra também de uma parte dos Judeus que almejavam ser como todos os cidadãos das outras nações. Já tinha acontecido na época de Samuel quando o povo queria um rei “como acontece em todas as nações” (1Sm 8, 5.20). Deste modo, construíram um ginásio em Jerusalém, cuja parte central consistia no ginásio propriamente dito, uma da mais evidente expressão da cultura helenística. Na verdade, havia para os hebreus um problema relacionado com a circuncisão. Uma vez que era costume dos gregos exibirem-se nus, os hebreus procuravam esconder a circuncisão. Mas essa atitude significava esconder a aliança com Deus, fundamento da existência de Israel. A defesa dos laços com Deus acima de tudo, era a razão da vida do povo de Israel. Só na firme base da aliança com o Senhor é que era possível aviar relações também com outros povos. Caso contrário, a própria existência de Israel como povo ficaria posta em causa. É uma lição que continua a ter o seu valor também hoje, quando assumimos atitudes mundanas que tendem apenas a satisfazer o amor próprio. Aos crentes, pede-se para permanecerem fiéis a Deus e amigos dos homens, sobretudo, dos pobres.


16/11/2015
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