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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sois uma geração escolhida
um sacerdócio real, uma nação santa,
povo resgatado por Deus
para proclamar as suas maravilhas.

Aleluia aleluia, aleluia

Daniel 5,1-6.13-17.23-28

O rei Baltasar deu um banquete a mil dos seus conselheiros; e, na presença de todos eles, foi bebendo vinho. Excitado pela bebida, mandou trazer os vasos de ouro e prata que o pai Nabucodonosor tinha tirado do templo de Jerusalém, a fim de que o rei, os seus grandes, as concubinas e as bailarinas, se servissem deles para beber. Trouxeram, pois, os vasos de ouro que tinham sido roubados ao templo de Deus em Jerusalém. O rei, os seus conselheiros, as concubinas e as bailarinas beberam por eles. Depois de terem bebido o vinho, iniciaram o louvor aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. Neste momento, apareceram dedos de mão humana que escreviam defronte do candelabro, sobre o reboco da parede do palácio real.
O rei, à vista da mão que escrevia,

mudou de cor, pensamentos terríveis o assaltaram, os músculos dos rins perderam o vigor e os joelhos entrechocavam-se. Daniel foi, então, levado à presença do rei, que lhe disse: «És tu, de facto, Daniel, deportado de Judá, a quem meu pai trouxe da Judeia para aqui? Ouvi dizer a teu respeito que o espírito de Deus está em ti e que em ti se encontram uma luz, uma inteligência e uma sabedoria superiores. Acabam de se apresentar diante de mim os sábios e os feiticeiros para lerem esta inscrição e dar-me a conhecer o seu sentido. Mas não puderam dar-me o significado destas palavras. Ora, asseguraram-me que tu és mestre na arte das interpretações e das resoluções de enigmas. Se tu, pois, conseguires ler o que está escrito e me deres a conhecer a sua interpretação, serás revestido de púrpura, trarás ao pescoço um colar de ouro e tomarás o terceiro lugar no governo do reino.» Daniel respondeu deste modo ao rei: «Guardai as vossas dádivas; as vossas honrarias, dai-as a outro! Contudo, eu lerei ao rei o texto e dar-lhe-ei o significado dele. Mas levantaste-te contra o Senhor do Céu; trouxeram-te os vasos do seu templo, pelos quais bebeste vinho, tu, os teus grandes, as tuas mulheres e concubinas. Tributaste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que são cegos, surdos e nada conhecem, em vez de glorificares o Deus que tem na mão o teu sopro de vida e que conhece todos os teus passos. Por isso, foi enviada de sua parte esta mão, que traçou na parede estas palavras. Eis o texto aqui escrito: ‘Mené, Tequel e Parsin.’ Eis o sentido destas palavras: Mené: Deus mediu o teu reino e pôs-lhe um termo; Tequel: foste pesado na balança e encontrado muito leve; Parsin: o teu reino foi dividido e entregue aos Medos e aos Persas.»

 

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sereis santos,
porque Eu sou santo, diz o Senhor.

Aleluia aleluia, aleluia

A história está cheia de enigmas. O livro de Daniel descreve-os na forma de visões e de sonhos. Os símbolos, as palavras, os números devem ser interpretados para podermos compreender o significado oculto. Mas não se trata de estarmos diante de perspectivas exotéricas, ou pior ainda, marcadas por superstições como, facilmente, hoje em dia acontece muitas vezes. A linguagem do livro de Daniel como, em geral, a da literatura apocalíptica, exprime-se através de símbolos e números de modo a induzir-nos a irmos para além do que normalmente vemos de maneira superficial. A Palavra de Deus ajuda-nos a colher o mistério, a não pararmos à superfície dos acontecimentos e da história. Há um sentido na evolução dos eventos; há razões que guiam os passos dos homens e os eventos da história. Porque é que acabam os reinos e os impérios, mesmo os mais poderosos? O livro de Daniel dá uma nova leitura da história e dá, nesse breve texto, uma explicação: “…quando ficou com ideias de grandeza e espírito de soberbo, tornando-se orgulhoso, foi derrubado do seu trono real e perdeu a dignidade”. O orgulho é descrito como a causa da ruína dos impérios que dominaram a história. O profeta Ezequiel já tinha identificado no orgulho o pecado original dos povos e, por isso, o motivo do fim deles, do seu abatimento até à morte (capítulos 27-31). Daniel, o sábio de Deus, vai além da glória efémera da riqueza e do poder, que parece erguer-se acima dos povos por um tempo indefinido. Como em Ezequiel, o poder está ligado à idolatria e ao orgulho. Segundo a sabedoria da Bíblia, os ídolos não são outra coisa senão a expressão do próprio domínio e de uma fé que não vai além de si mesmos. Precisamos de um homem de Deus, cuja sabedoria provenha d’Ele, para compreendermos o mistério da história e para não ficarmos prisioneiros de uma lógica de poder que submete os outros e não liberta.


25/11/2015
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