Riccardi Andrea: na web

Riccardi Andrea: em redes sociais

change language
você está em: home - oraÇÃo - a oração cada dia newsletterlink

Support the Community

  

A oração cada dia


 
versão para impressão

Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sois uma geração escolhida
um sacerdócio real, uma nação santa,
povo resgatado por Deus
para proclamar as suas maravilhas.

Aleluia aleluia, aleluia

I Reis 18,20-39

Então Acab mandou chamar todos os filhos de Israel e reuniu os profetas no monte Carmelo. Elias aproximou-se de todo o povo e disse: «Até quando andareis a coxear dos dois pés? Se o Senhor é Deus, segui-o; mas se Baal é que é Deus, então segui a Baal!» O povo não respondeu. Elias continuou: «Só eu fiquei, como único profeta do Senhor, enquanto que os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta. Dêem-nos, então, dois novilhos; eles escolherão um, hão-de esquartejá-lo e o colocarão sobre a lenha, sem lhe chegar fogo. Eu tomarei o outro novilho, colocá-lo-ei sobre a lenha, sem, igualmente, lhe chegar fogo. Em seguida invocareis o nome do vosso deus; eu invocarei o nome do Senhor. Aquele que responder, enviando o fogo, será reconhecido como verdadeiro Deus.» Todo o povo respondeu: «Estas palavras são correctas.» Então Elias disse para os profetas de Baal: «Escolhei vós primeiro um novilho e preparai-o, porque vós sois mais numerosos; invocai o vosso Deus, mas não chegueis fogo ao novilho.» Eles tomaram o novilho que lhes fora dado e esquartejaram-no. Depois puseram-se a invocar o nome de Baal, desde manhã até ao meio-dia, gritando: «Baal, escuta-nos!» Mas nenhuma voz se ouviu, nem houve quem respondesse. E dançavam à volta do altar que tinham levantado. Quando era já meio-dia, Elias começou a escarnecer deles, dizendo: «Gritai com mais força! Talvez esse deus esteja entretido com alguma conversa! Ou então estará ocupado, ou anda de viagem. Talvez esteja a dormir! É preciso acordá-lo!» Então eles gritavam em voz alta, feriam-se, segundo o seu costume, com espadas e lanças, até ficarem cobertos de sangue. Passado o meio-dia, continuaram enfurecidos, até à hora em que era habitual fazer-se a oblação. Mas não se ouviu resposta nem qualquer sinal de atenção. Foi então que Elias disse a todo o povo: «Aproximai-vos de mim.» E todo o povo se aproximou dele. Elias reconstruiu logo o altar do Senhor, que tinha sido demolido. Tomou doze pedras, segundo o número das tribos de Jacob, a quem o Senhor dissera: «Chamar-te-ás Israel.» Com essas pedras erigiu um altar ao nome do Senhor; em volta do altar cavou um sulco, com a capacidade de duas medidas de semente. Dispôs a lenha sobre a qual colocou o boi esquartejado e disse: «Enchei quatro talhas de água e derramai-a sobre o holocausto e sobre a lenha.» Depois acrescentou: «Tornai a fazer o mesmo.» Tendo eles repetido o gesto, acrescentou: «Fazei-o pela terceira vez.» Eles obedeceram. A água correu à volta do altar até o sulco ficar completamente cheio. À hora do sacrifício, o profeta Elias aproximou-se, dizendo: «Senhor, Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, mostra hoje que és Tu o Deus em Israel, que eu sou o teu servo; às tuas ordens é que eu fiz tudo isto. Responde-me, Senhor, responde-me! Que este povo reconheça que Tu, Senhor, é que és Deus, aquele que lhes converte os corações.» De repente, o fogo do Senhor caiu do céu e consumiu o holocausto, a lenha, as pedras, a lama e até mesmo a própria água do sulco. Ao ver isto, o povo prostrou-se de rosto por terra, exclamando: «O Senhor é que é Deus! O Senhor é que é Deus!»

 

Aleluia aleluia, aleluia

Vós sereis santos,
porque Eu sou santo, diz o Senhor.

Aleluia aleluia, aleluia

O rei Acab encontra-se finalmente com Elias e acusa-o de ser a ruína de Israel. Mas Elias relembra-lhe a culpa de se ter afastado de Deus e de ter arrastado todo o povo na apostasia. É esta a verdadeira causa que levou toda a nação para uma terrível carestia. A situação era tão grave que levou Elias a propor um desafio aberto com os sacerdotes de Baal. E escolhe precisamente o monte Carmelo onde tinha sido destruído o altar construído por David para o culto do Senhor e que Acab tinha substituído erigindo um outro dedicado a Baal. A cena é grandiosa: de um lado, o numeroso grupo de sacerdotes de Baal e, do outro, unicamente Elias: uma desproporção incrível. Elias quer que o povo saia da ambiguidade e escolha novamente Deus como seu único Senhor. Na verdade, o reino do Norte vivia num clima ambíguo. O próprio Abdias, ministro de Acab, apesar de ter salvo cem profetas do Senhor quando a rainha Jezabel os queria exterminar, permanecia, de qualquer modo, fiel ao rei (v. 13). Mas também o povo vivia distante de Deus a quem reservavam as solenidades, enquanto que a vida de todos os dias era posta sob a protecção de Baal (pedir a chuva, a fertilidade dos campos, a fecundidade dos animais e da família). Elias estigmatiza que não é possível servir Baal e Deus; não se pode ter o coração dividido. Elias quer restabelecer íntegra a aliança e pergunta a todo o povo: "Até quando coxeareis com as duas pernas?"; isto é: "Até quando quereis servir dois senhores?" No Deuteronómio o Senhor adverte: "Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus, é o único Senhor. Ama ao Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças" (6, 4-5). O preceito de onde tudo descende, afirma: "Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egipto, da casa da escravidão. Não tenhas outros deuses diante de Mim" (5, 6-7). O Deus de Israel, como mostram cada página das Escrituras, é um Deus ciumento que não suporta outros deuses ao lado d’Ele. É um Deus único e indivisível que pede um coração do mesmo modo íntegro e indivisível. E se o povo não recorda a história de amor com que Deus o acompanhou, deve, pelo menos, deixar-se tocar pela Sua força. Baal é mudo e impotente. O Senhor fala e é forte. Em vão os profetas de Baal "gritam" a própria súplica. Elias goza com eles e ergue-se como um novo Moisés que reza ao "Deus de Abraão, Isaac e Israel" e que restaura a aliança. Com efeito, como Moisés, constrói um altar com doze pedras, símbolo da unidade de Israel. No monte Carmelo o povo de Israel, através de Elias, reencontra o seu coração e, mais uma vez, dirige-o ao Senhor que o salvou da escravidão do Egipto e agora da dos muitos ídolos deste mundo.


08/06/2016
Oração com os santos


Calendário da semana
DEZ
4
Domingo, 4 de Dezembro
Liturgia dominical
DEZ
5
Segunda-feira, 5 de Dezembro
Oração pelos doentes
DEZ
6
Terça-feira, 6 de Dezembro
Oração com Maria, Mãe do Senhor
DEZ
7
Quarta-feira, 7 de Dezembro
Oração com os santos
DEZ
8
Quinta-feira, 8 de Dezembro
Festa da Imaculada Conceição
DEZ
9
Sexta-feira, 9 de Dezembro
Oração da Santa Cruz
DEZ
10
Sábado, 10 de Dezembro
Oração da vigília
DEZ
11
Domingo, 11 de Dezembro
Liturgia dominical

Per Natale, regala il Natale! Aiutaci a preparare un vero pranzo in famiglia per i nostri amici più poveri