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A oração cada dia


 
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Ícone do Rosto do Senhor
Igreja de Santo Egídio
Roma


Leitura da Palavra de Deus

Aleluia aleluia, aleluia

Eis o Evangelho dos pobres,
a libertação dos prisioneiros,
a vista dos cegos,
a libertação dos oprimidos

Aleluia aleluia, aleluia

II Reis 11,1-4.9-18

Atália, mãe de Acazias, ao ver seu filho morto, decidiu exterminar toda a descendência real. Joseba, porém, filha do rei Jorão e irmã de Acazias, tomou Joás, filho de Acazias, e livrou-o do massacre dos filhos do rei, escondendo-o, com a sua ama de leite, no quarto de dormir. Ocultaram-no, assim, de Atália, de modo que pôde escapar à morte. Esteve seis anos escondido com Joseba no templo do Senhor, no tempo em que Atália reinava no país. No sétimo ano, Joiadá convocou os centuriões dos cários e os guardas e introduziu-os no templo do Senhor. Fez com eles um pacto, e, depois de os fazer jurar no templo do Senhor, mostrou-lhes o filho do rei Os centuriões executaram fielmente as ordens do sacerdote Joiadá. Tomaram cada um os seus homens, tanto os que começavam o serviço ao sábado, como os que terminavam, e foram ter com o sacerdote Joiadá. Este deu-lhes a lança e os escudos do rei David, que se encontravam no templo do Senhor. Os guardas postaram-se à volta do rei, todos de armas na mão, ao longo do altar e do templo, desde o lado sul até ao lado norte do templo. Então, Joiadá trouxe para fora o filho do rei, pôs-lhe o diadema na cabeça e entregou-lhe o documento da aliança. Proclamaram-no rei, ungiram-no e todos o aplaudiram, gritando: «Viva o rei!» Atália, ao ouvir a gritaria que faziam os guardas e o povo, entrou no templo do Senhor pelo meio da multidão. E viu surpreendida que o rei estava de pé sobre o estrado, segundo o costume, tendo ao seu lado os cantores e as trombetas, enquanto o povo se alegrava, tocando trombetas. Então, ela rasgou as vestes, gritando: «Conspiração! Conspiração!» Mas o sacerdote Joiadá ordenou aos centuriões que comandavam as tropas: «Levai-a para fora do recinto do templo e, se alguém a seguir, matai-o com a espada.» Pois o pontífice proibira que a matassem no templo do Senhor. Agarraram-na, por conseguinte, e ao chegarem ao palácio real, pelo caminho da entrada dos cavalos, ali a mataram. Joiadá fez uma aliança com o Senhor, o rei e o povo, segundo a qual o povo devia ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo. Todo o povo da terra entrou então no templo de Baal e destruiu-o; derrubaram os altares, partiram em bocados as imagens e assassinaram Matan, sacerdote de Baal, diante do altar. O sacerdote Joiadá colocou guardas no templo do Senhor.

 

Aleluia aleluia, aleluia

O Filho do Homem veio para servir
quem quiser ser grande, faça-se servo de todos

Aleluia aleluia, aleluia

Com este capítulo o autor concentra-se no reino de Judá, o reino do Sul. Depois da morte de Salomão e da divisão dos dois reinos, o livro dos Reis seguiu, sobretudo, a história do reino do Norte, recordando, só com breves notícias a sucessão contemporânea dos reis do Sul: antes de mais, Roboão e Abiam que recebem uma apreciação negativa do autor do livro, a seguir Asa e Josafá que são avaliados favoravelmente e, depois, Jorão e Ocozias também eles considerados indignos de governarem o povo do Senhor. Os seis anos do reino da rainha Atália, nem sequer estão incluídos na linha de sucessão dinástica, devido ao facto de serem considerados negativos para a história de Judá. Atália, com a morte do filho, decide exterminar "a descendência real". Mas é contrastada por Josaba, irmã de Ocozias, que salva Joás, um dos filhos do rei, da morte escondendo-o no Templo. A criança permanece no Templo durante seis anos até que o sacerdote Joiada, mediante um pacto com os guardas, consegue fazê-lo proclamar rei por todo o povo. Para o autor sagrado não interessa a idade da criança, o que interessa é a sua investidura como rei, por parte do Senhor. É o Senhor, de facto, quem na realidade governa o Seu povo, mesmo através da fraqueza de uma criança. A rainha Atália representa para Judá o mesmo que Jezabel foi para Israel; de facto, como a fenícia Jezabel tinha influenciado a casa de Acab, assim Atália determina a história do reino de Judá. A sua decisão de exterminar os descendentes do rei, que parece uma sua escolha, de facto, vem interromper a promessa de Deus ao Seu povo de dar uma descendência eterna a David. Essa promessa já tinha estado em perigo noutros momentos críticos da história e, também nessas ocasiões, o Senhor tinha garantido que haveria sempre uma lâmpada diante dele em Jerusalém (1Rs 11, 36; 15, 4; 2Rs 8, 19). Também neste momento da história do reino de Judá a presença secreta do herdeiro no Templo parece a representação viva da imagem da lâmpada da promessa de Deus que continua a arder. E não há decisão humana, como a da rainha Atália, que possa revogá-la. O tema da maternidade, que não pode, evidentemente, faltar quando se fala de sucessão dinástica, ou seja, da continuidade da casa de David, não indica simplesmente a via biológica da transmissão da vida mas, sobretudo, a continuidade espiritual ou, se quisermos, a maternidade espiritual que depende de Deus. A lei da transmissão da vida em Israel tem o seu fundamento noutro caminho, o que o próprio Senhor controla: o caminho do Espírito. É o da herança espiritual que passa, por exemplo, de Elias para Eliseu.


17/06/2016
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