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4 Julho 2017 | ROMA, ITÁLIA

Foram acolhidos hoje em Fiumicino mais 52 refugiados sírios com os corredores humanitários: "A partir de hoje são novos italianos"

Entre eles muitas crianças. Marco Impagliazzo: "Abrir brechas no status quo da Europa"

 
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'A Itália a partir de hoje será o vosso país e o vosso futuro, aA partir de hoje são nossos concidadãos e estamos felizes em acolher-vos", com estas palavras o presidente da Comunidade de Sant'Egidio Marco Impagliazzo acolheu os 52 refugiados sírios que chegaram ao aeroporto de Fiumicino esta manhã graças aos corriedores humanitários.  Pela maioria são famílias, muitas crianças, que estavam acampados no Líbano depois de terem fugido das suas cidades devastadas pela guerra na Síria.

Com esta nova chegada, os corredores humanitários tornaram possível até à data a mais de 850 pessoas de chegar a Itália com segurança e legalmente, evitando as viagens da morte no Mediterrâneo.

"Salvação, acolhimento e integração - explicou Marco Impagliazzo - são os três pontos fundamentais que mostram à Europa que há uma chance de ser humanos e integrar, além de muitas firmezas e encerramentos". O presidente de Sant'Egidio também lembrou a proposta, dirigida a Itália, de apelar à Directiva Europeia nr. 55 de 2001, que prevê a protecção humanitária em face de "chegadas maciças de deslocados", para exigir a solidariedade dos países da União Europeia. Mas, perante a difícil situação que surgiu com as chegadas contínuasvele  também denunciou: "Na Europa todos colocam questões, mas não oferecem nenhuma resposta. É uma situação severamente bloqueada:é preciso abrir brechas no status quo. E fazê-lo o mais rápido possível".

Ao lado do presidente da Sant'Egidio, para acolher os recém-chegados no aeroporto havia Manuela Vinay, representando as Igrejas Protestantes italianas: "Quanto à recepção - ela disse dirigindo-se a eles - aqui encontrarão uma casa e amigos. Convido-vos, portanto, a abrirem-se, a contarem suas histórias a aqueles que encontrarão: dizei quem são e de onde veem. É deste modo que se realiza o encontro entre os povos".

O vice-chanceler Mario Giro, salientou como "É necessário juntar as melhores energias das instituições e da sociedade civil. Não existe somente a controvérsia, o medo, a raiva e os problemas, mas existem também os rostos destas crianças que tranquilizam-nos e mostram-nos que se podem fazer coisas com a razoabilidade do acolhimrnto, sem qualquer problema ".

A 5 de Julho, chegará, de acordo com o mesmo sistema experimentado e testado dos corredores humanitários, o primeiro grupo de refugiados na França, no aeroporto de  Charles de Gaulle.

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