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14 Julho 2015

A evangelização pode ser veículo de unidade de aspirações, sensibilidades, esperanças e até de certas utopias

Não consiste em fazer proselitismo mas em atrair os afastados com o nosso testemunho

 
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 Esta unidade já é uma acção missionária «para que o mundo creia». A evangelização não consiste em fazer proselitismo – o proselitismo é uma caricatura da evangelização -, mas evangelizar consiste em atrair os afastados com o nosso testemunho, em aproximar-se humildemente daqueles que se sentem longe de Deus na Igreja, aproximar-se daqueles que se sentem julgados e condenados a priori por aqueles que se sentem perfeitos e puros. Aproximar-nos daqueles que têm medo ou dos indiferentes, para lhes dizer: «O Senhor também te chama para seres parte do seu povo, e fá-lo com grande respeito e amor» (EG 113). Porque o nosso Deus nos respeita mesmo nas nossas baixezas e no nosso pecado. Com quanta humildade e com quanto respeito o texto do Apocalipse descreve esta chamada do Senhor: «Eis que estou à porta, e bato» Queres abrir? Jesus não força, não faz saltar a fechadura, simplesmente “toca a campainha”, bate suavemente e espera. Este é o nosso Deus!

SANTA MiSSA PELA EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS - HOMILIA do santo padre Parque Bicentenario, Quito (Ecuador) Martedì, 7 luglio 2015